sexta-feira, 14 de abril de 2017

#104 - Indicadores


Indicadores balizam o bom andamento das atividades. São como checkpoints. 

A Endeavor publicou os indicadores que avaliam o desempenho dos negócios:

  • Indicadores de produtividade: ligados aos recursos de empresa e sua relação com as entregas
  • Indicadores de qualidade: demonstram desvios e e não-conformidades com o processo produtivo.
  • Indicadores de capacidade: mostram a capacidade do processo.
  • Indicadores estratégicos: orientam a empresa em relação aos seus objetivos. 

Existem 5 indicadores utilizados pelas empresas de sucesso:
  • Indicadores de lucratividade: indica o resultado financeiro líquido da operação.
  • Ticket médio: ajuda a entender a dinâmica de vendas por três óticas: o cliente, a venda e o vendedor. 
  •  Nível de serviço em entregas: ajuda a entender se a cadeia de suprimentos funciona de forma eficiente. 
  • Taxa de sucesso em vendas: é a conversão dos esforços de prospecção em receita.
  • Índice de turnover: mede a quantidade de funcionários que entram e saem da empresa. Um alto turnover pode ser um indício de problemas com a liderança.


Luciano Oliveira
Curitiba, 14 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 13 de abril de 2017

#103 - Meme

Rescaldo do desastre chamado United Airlines na semana. A imagem acima rodou o mundo, aproveitando a "bola na cara do gol" deixada pela UAL. 

Apesar de muito criativa, a imagem é falsa. Ou, a responsabilidade por ela não é a Southwest. Trata-se de um meme, mas que um monte de gente está postando como uma das maiores jogadas de marketing do momento. 

Na sociedade da pós-verdade, a interpretação dos fatos é mais importante que o próprio fato. Mas prudência é importante. É bom ter cuidado para não cair nas armadilhas da velocidade da informação. Com poucos cliques pode-se checar a veracidade de informações, e não por em risco sua credibilidade, já que é de difícil construção.

Luciano Oliveira
Curitiba, 13 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 12 de abril de 2017

#102 - Dória


João Dória, prefeito de São Paulo, está mesmo causando. 

Como se diz na gíria atual, mitou mais uma vez. Com uma invertida magistral, deu uma lição da Amazon.com, que buscava aumentar suas vendas através de críticas indiretas à sua gestão.


A lição que se pode ter é essa: críticas têm de ser feitas com RESPONSABILIDADE. A autoridade vem do preço que se paga por aquela relação. Só pode criticar quem está disposto a ajudar. 

Luciano Oliveira
Curitiba, 12 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 11 de abril de 2017

#101 - Desastre


Ontem viralizou um vídeo feito por diversos ocupantes do voo 3411 da United Airlines.

Para acomodar 4 membros da cia aérea, o comandante 'solicitou' voluntários para se retirarem do avião e cederem seus lugares. Começa aí uma sucessão de tragédias:

Tragédia 1: Planejamento

A cia aérea falhou no planejamento do voo, deixando poucas alternativas para que o problema fosse resolvido de forma menos penosa. 

Tragédia 2: O CEO

O Chief Executive Officer comunicou-se de forma desastrada e ineficiente, causando ainda mais furor na população. Colocou protocolos e processos acima da dignidade humana. Poupou esforços para ter o problema resolvido, oferecendo apenas USD 1.000 para mitigar um problema que pode resultar em perda de milhões de valor de mercado da companhia. 

Tragédia 3: Indiferença

A indiferença de boa parte dos passageiros, considerando que não tinham nada a ver com aquilo. Na verdade isto tem sido a tônica dos dias atuais. Se não me afeta, o problema simplesmente não existe.


 Tragédia 4: Os tripulantes que viajaram

Deve ter sido um voo engasgado, xarope, indigesto. Cada minuto passou como uma eternidade para todos os tripulantes. Mas é possível perguntar: afinal, por que os tripulantes não declinaram de viajar, em nome da dignidade e da honradez? Porque não cederam seus lugares aos passageiros que pagaram para estar ali? Por que não estipularam um limite na esculhambação?


Para refletir

Parece ter sido esta uma tempestade perfeita. Processos bem pensados, mas que escorregam ao negligenciar a ação humana. Pouca liberdade de agir com bom-senso, temor, medo, incerteza. Uma liderança alienada, e sentimentos alheios ignorados. Falta total de empatia. Por isso, mais do que nunca, é necessário uma nova visão de gestão de pessoas, que seja coerente com o que se prega.


Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 10 de abril de 2017

#100 - Culpa



A culpa
Mantém o triste jogo rolando
Continua as tuas riquezas roubando
Dando-as a um idiota
Sem habilidades financeiras
Dignas de nota.
Meu caro, 
Aprenda

- Hafiz, poeta iraniano - 




Luciano Oliveira
Curitiba, 10 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 9 de abril de 2017

#99 - Inovação


Ricardo Semler é um conhecido executivo brasileiro, que se tornou famoso nos anos 80/90 pela forma que gerenciava seus negócios. 

Avesso a forma de gestão vigente, o modelo 'taylorista-fordista', é um evangelista das formas disruptivas e inovadoras de administração. Segundo ele, as organizações de hoje trabalham ainda no mérito de "muita gente, muitos processos e uma linha de montagem". Diz que, como reflexo disso, a possibilidade de inovar dentro de uma empresa dos padrões atuais é de apenas 1%. 

Fundos de private equity dominam as empresas modernas. Buscam replicar formas de gestão idênticas. Muitas com sucesso até o momento, porém a custas de muita rotatividade. Alguns setores chegam a mais de 100% a troca de funcionários ao longo dos anos. 

Modelos atuais estão ultrapassados e não atendem aos anseios de novos profissionais que querem um ambiente mais flexível e humanizado. As organizações precisam ser mais desenhadas para as pessoas, ao invés de números. Em sua experiência, Semler conseguiu reduzir a rotatividade de sua empresa para 2%, tornando os funcionários responsáveis pela organização. Talvez não tenha conseguido atingir todos os seus objetivos, porém, sua ousadia e liderança para romper com os padrões atuais que estão amalgamados pelo capital, o tem feito ser ouvido por uma grande multidão.

Luciano Oliveira
Curitiba, 9 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 8 de abril de 2017

#98 - Ideias


A Endeavor publicou um artigo sobre 10 ferramentas para validar e executar novas ideias.
  1. Funil de ideias
  2. Scamper
  3. Mapa mental
  4. Análise 360
  5. Mapa de empatia
  6. Job to be done
  7. Canvas Business Model
  8. Plano de negócios em pirâmide
  9. Design de produtos, por Steve Jobs
  10. Name definition
Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br