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segunda-feira, 26 de junho de 2017

#176 - Hábitos Vencedores



Adaptado do site Inc.com, "Como Pessoas Bem-Sucedidas Aproveitam Seus Verões".

1. Se tornam seus próprios chefes, com suas agendas e seus prazos

2. Colocam um prazo para sair da zona de conforto


3. Fazem uma lista das coisas as quais não se sentem satisfeitos com a presente situação

4.  Param de fazer as mesmas coisas inúteis repetidamente

5. Eles colocam vários "pequenos-alvos"

6. Eles desentoxicam regularmente

7. Pressionam a si mesmos para concluir qualquer os projetos pendentes



Luciano Oliveira
Curitiba, 25 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 20 de junho de 2017

#171- Inovação


Seriam 3 as etapas dos processos de inovação, segundo o Empretec do Sebrae:

1. Levantamento das oportunidades

  • Enxergar além do que está visível.
  • Ser visionário na busca de novos mercados, produtos, processos e serviços.
  • Encontrar novos canais de distribuição de produtos e serviços, assim como modelos diferentes de negócios.
  • Identificar necessidades do cliente, sabendo escutá-lo de modo atento e sistemático.
  • Compreender ameaças e oportunidades sinalizadas pelo mercado. 
  • Identificar sinais que podem implicar em mudanças nos seus produtos e no seu negócio.
  • Identificar formas de eliminar desperdício de forma sustentável, reduzindo o tempo, a necessidade de espaço, o gasto com materiais e energia.
  • Comparar-se com os concorrentes permanentemente em pontos críticos como serviço, qualidade, custo e tempo de entrega.
  • Buscar fontes de informação confiáveis, como feiras, especialistas, consultores, revistas, jornais e sites.

2. Seleção de uma ou duas oportunidades para avaliação

Passar as ideias através de um crivo sistêmico, analisando sua viabilidade e a coerência com a estratégia da empresa.

3. Definição de recursos

Planejamento dos recursos necessários, preparação para o lançamento, compartilhamento da visão. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 20 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 17 de junho de 2017

#162 - Paranoia



Adaptado do livro "O Navegador de Modelos de Negócios", Alta Books.

Seja paranoico

 As consequências  para as empresas na corrida pela inovação são drásticas. O antigo ditado do The Boston Consulting Group sobre a ordenha de suas vacas tornou-se cada vez menos relevante hoje. Mesmo que sejam bem-sucedidas no momento, é importante que as empresas testem regularmente seu modelo de negócio. Um pouco de paranoia não faz mal nenhum e, como disse Steve Jobs, é crucial questionar os pilares do sucesso de hoje e preparar-se mentalmente para a morte de sua empresa, mesmo que ela esteja muito bem agora. Vivemos em uma era de vantagem competitiva temporal: o sucesso só pode ser mantido se suas raízes forem continuamente reexaminadas e nutridas. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 17 de maio de 2017

#137 - Restrições



A Teoria das Restrições é uma ferramenta que pode auxiliar a identificação de gargalos no processo, e criar formas de aumentar a eficiência.

De acordo com recente artigo da Endeavor Brasil, mais de 50% do tempo de um vendedor pode estar sendo gasto com atividades não diretamente relacionadas a vendas. 

Eles sugerem analisar todo o processo. Gargalos podem vir do mercado ou do processo interno. 

A teoria sugere 5 passos para a eliminação das restrições:
  1. Identificação
  2. Decisão sobre como explorar a restrição
  3. Subordinar o resto do processo a decisão de eliminação da restrição
  4. Elevar a restrição
  5. Se a restrição foi quebrada, retornar ao primeiro passo e analisar se há outro tipo de restrição

Luciano Oliveira
Curitiba, 17 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 8 de maio de 2017

#128 - Anti-heróis



Precisamos de menos heróis nas organizações.

Se para as coisas fucionarem bem é necessário aquele indivíduo que é "o cara", há na organização uma estrutura frágil e vulnerável.

Todos gostam de ser o herói em algum momento, mas é muito mais importante que os processos estejam bem definidos, haja uma boa dose de previsibilidade e transparência nas comunicações.

O maior legado que um gestor pode deixar é um ambiente organizado, seguro e preparado para mudanças, e não criar uma total dependência de si mesmo.


Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 14 de abril de 2017

#104 - Indicadores


Indicadores balizam o bom andamento das atividades. São como checkpoints. 

A Endeavor publicou os indicadores que avaliam o desempenho dos negócios:

  • Indicadores de produtividade: ligados aos recursos de empresa e sua relação com as entregas
  • Indicadores de qualidade: demonstram desvios e e não-conformidades com o processo produtivo.
  • Indicadores de capacidade: mostram a capacidade do processo.
  • Indicadores estratégicos: orientam a empresa em relação aos seus objetivos. 

Existem 5 indicadores utilizados pelas empresas de sucesso:
  • Indicadores de lucratividade: indica o resultado financeiro líquido da operação.
  • Ticket médio: ajuda a entender a dinâmica de vendas por três óticas: o cliente, a venda e o vendedor. 
  •  Nível de serviço em entregas: ajuda a entender se a cadeia de suprimentos funciona de forma eficiente. 
  • Taxa de sucesso em vendas: é a conversão dos esforços de prospecção em receita.
  • Índice de turnover: mede a quantidade de funcionários que entram e saem da empresa. Um alto turnover pode ser um indício de problemas com a liderança.


Luciano Oliveira
Curitiba, 14 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 12 de abril de 2017

#102 - Dória


João Dória, prefeito de São Paulo, está mesmo causando. 

Como se diz na gíria atual, mitou mais uma vez. Com uma invertida magistral, deu uma lição da Amazon.com, que buscava aumentar suas vendas através de críticas indiretas à sua gestão.


A lição que se pode ter é essa: críticas têm de ser feitas com RESPONSABILIDADE. A autoridade vem do preço que se paga por aquela relação. Só pode criticar quem está disposto a ajudar

Luciano Oliveira
Curitiba, 12 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 8 de abril de 2017

#98 - Ideias


A Endeavor publicou um artigo sobre 10 ferramentas para validar e executar novas ideias.
  1. Funil de ideias
  2. Scamper
  3. Mapa mental
  4. Análise 360
  5. Mapa de empatia
  6. Job to be done
  7. Canvas Business Model
  8. Plano de negócios em pirâmide
  9. Design de produtos, por Steve Jobs
  10. Name definition
Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 4 de abril de 2017

#94 - Padrões


O mundo sempre buscou padrões para tudo. 

Os padrões servem para balizar um processo. Ao assumir um determinado padrão, obtém-se as seguintes vantagens:
  1. Percebe-se rapidamente qualquer não-conformidade.
  2. Os objetivos do processo tornam-se mais claros e previsíveis. As pessoas passam a saber o que se espera delas.
  3. É possível mensurar com mais facilidade a quantidade de recurso necessária para retomar a condição desejada.
Padrões precisam ser colocados para tudo, principalmente processos e fluxos de trabalho. Todos precisam entender com quem está o bastão, e quais requisitos precisam ser cumpridos e os próximos passos. 

Apesar da obviedade, com frequência muitos ambientes estão confusos e por conta disso com as pessoas desmotivadas. Revise sempre os processos de modo a torná-los mais enxutos possíveis. 

Luciano Oliveira
Concepción, 4 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 12 de março de 2017

#71 - Execução


Como traduzir a estratégia em execução para empreendedores, segundo a Endeavor:

  • Assuma o papel de CEO
  • Crie um time de liderança, com as pessoas certas, nas funções certas e nos níveis certos - ESTRATÉGICO, TÁTICO e OPERACIONAL
  • Compartilhe a visão por trás da estratégia
  • Traduza a estratégia em objetivos mensuráveis, desdobrando metas em métricas
  • Promova o feedback estratégico, criando sistemas de reconhecimento

Os pontos acima irão levar a organização a uma cultura por resultados.

Luciano Oliveira
Curitiba, 12 de março de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

#55 - Progresso evolutivo


5 lições básicas para estimular o progresso evolutivo, segundo "Feitas para Durar - Collins e Porras":

1. Tente, e rápido

Não fique parado, principalmente na dúvida. Quando tiver dúvida, varie, mude, faça experiências, corrija, tente. 

2. Aceite o fato de que haverá erros

Erros e fracassos são parte do processo evolutivo. A fim de ter uma evolução saudável, é preciso fazer muitas experiências de vários tipos, ficar com as que dão certo e deixar o mais fraco morrer.

3. Vá aos poucos

É muito mais fácil tolerar experiências fracassadas quando elas não passam disso - são experiências, e não fracassos corporativos. Um segredo é descartar os fracassos tão logo eles sejam reconhecidos. 

4. Dê às pessoas o espaço necessário

Quando as pessoas têm espaço para agir, não se pode prever precisamente o que elas farão - e isso pode ser bom. As empresas visionárias empregam mais a descentralização e a autonomia operacional.

5. Dê as ferramentas e cobre resultados

Ferramentas incluem os recursos para chegada aos objetivos, mas também as métricas, os key performance indicators - KPIs. Segundo os autores do livro, a 3M, uma das empresas mais visionárias do mundo, não atira um bando de pessoas esperas numa panela e espera que algo aconteça. A 3M acende um fogo alto sob a panela e mexe bastante. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 24 de fevereiro de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

#44 - Estratégia (again)


No post #38 falamos sobre conceitos de estratégia.

Ao revisitar uns materiais antigos, achei interessante o conceito abaixo:

"Estratégia é escolher, e não ser escolhido."
Estratégia então é criar uma posição exclusiva e valiosa, envolvendo um diferente conjunto de atividades. E tão importante que escolher o que fazer, é também escolher o que não fazer




Luciano Oliveira
Curitiba, 13 de fevereiro de 2017.
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

#40 - Carisma



Diálogo de Domenico de Masi a Maria Serena Palieri, em "O Ócio Criativo":

"Maria Serena: Numa empresa criativa é sempre necessária a presença de um líder carismático?
Domenico: Sim, um chefe que incuta entusiasmo, libere os grupos de dos procedimentos inúteis, gratifique os criativos, olhe para o futuro, promova a inovação, e tenha coragem de enfrentar o desconhecido."

Existem lições que podem ser extraídas deste pequeno mas valioso diálogo:


1. Entusiasmo

O entusiasmo é o combustível para uma vida bem-sucedida. É raro ver alguém que faz algo que não gosta de maneira excelente, e por muito tempo. O entusiasmo é como uma faísca que que acende o estopim do bom ambiente de trabalho.


2. Libertar de procedimentos inúteis

Quanto mais pessoas existem na organização, e mais tempo passam no escritório, maior possibilidade há de existir regras esquisitas e procedimentos "exóticos", assim como a presença de microgerenciamento. Um bom líder deve liberar o potencial criativo do grupo, e o primeiro passo é removendo obstáculos tolos e sem sentido.


3. Gratificação

Um equívoco é tratar diferentes como iguais. A média cai, e o grupo desmotiva. Afinal, faz parte da fisiologia humana economizar energia e se posicionar na zona de conforto. A celebração deve ser vista como um ritual importante na busca por resultados.


4. Olhar para o futuro


O líder precisa fornecer a visão de um caminho para um destino melhor ao grupo. Nada mais motivador que trabalhar num propósito digno e nobre, principalmente se este ficar marcado para a posteridade.


5. Inovação

Inovar é melhorar a forma costumeira de se fazer as coisas. Empresas e profissões estão numa dinâmica sem precedentes. Fortunas são criadas e perdidas da noite para o dia. Portanto, o mundo irá favorecer os mais rápidos em detrimento aos mais lentos, e os mais ágeis em comparação aos mais fortes.

A Universidade de Oxford publicou uma pesquisa, onde dizia que 50% dos trabalhos atuais seriam substituídos por um robô nos próximos 20 anos. A pesquisa encontra-se neste link.

"Aqueles que  assimilam rapidamente as novas categorias projetam o futuro inclusive para os demais. Os outros são perdedores, equivalem ao povo da Trácia, quando Roma imperial dominava o mundo."

6. Coragem

Me recordo da visita que fiz a Lisboa em 2016. Nesta bela cidade europeia, é possível respirar as viagens feitas pelos navegadores do século 16. Tiveram coragem para assumir os riscos, sabendo que haveriam recompensas formidáveis aos seus esforços. Não tiveram medo de encarar o desafio, e por isso são lembrados 500 anos depois.


Luciano Oliveira
Curitiba, 9 de fevereiro de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

#38 - Estratégia


5 definições de estratégia, segundo Henry Mintzberg.

Plano

A estratégia é um plano, o curso de uma ação propositalmente pensada.

Enredo (inglês "ploy")

A estratégia é uma manobra, cuidadosamente projetada para enganar o oponente. Nos leva em direção à competição, onde mudanças no curso nos trazem vantagens ou ameaças.

Padrão

Se a estratégia pode ser pensada, então ela pode ser realizada. Um padrão é um fluxo de ações.

Posição

É uma forma de localizar a organização dentro de um ambiente.

Perspectiva

Enquanto a posição é vista de fora para dentro, a perspectiva é de dentro para fora. É a forma de perceber o mundo ao redor. 






Luciano Oliveira
Lapa, 7 de janeiro de 2017.
- lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

#32 - OODA


Ainda falando no livro "Scrum" de Jeff Sunderland, temos o ciclo OODA, 'roubado' da aviação e aplicado na metodologia.

OODA trata-se de uma ferramenta para ajuste da estratégia. O acrônimo significa:

  • Observar: enxergar claramente a situação a medida que ela se desdobra. Sair de dentro de si, e e enxergar a situação como um todo, e não apenas de seu próprio ponto de vista.
  • Orientar: não apenas de onde você está, mas quais os desfechos é capaz de ver - o menu de alternativas que cria para si mesmo. A criação depende de: herança genética, tradições culturais e das circunstâncias que estão ocorrendo no momento. Assim, a orientação não apenas reflete a forma que você vê o mundo e o lugar que ocupa nele, mas o mundo que você é capaz de ver. 
  • Decisão: a combinação de observação e orientação leva a uma decisão. 
  • Ação: uma vez com uma decisão em mãos, é hora de agir de forma rápida e tática. A ação é precedida de nova observação, reiniciando a ciclo de acordo com o feedback do campo.

 




Luciano Oliveira
Curitiba, 1 de fevereiro de 2017.