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quinta-feira, 22 de junho de 2017

#173 - Voluntariado



Bill Hybels é um expoente líder cristão, pastor sênior da Willow Creek Church, nos EUA. Dentre suas incontáveis contribuições, ele desenvolveu o Leadership Summit, evento mundial para a área de liderança, que acontece inclusive em várias cidades do Brasil. 

Certa vez lhe perguntaram o seguinte:

"Como você tem coragem de pedir que pessoas tão atarefadas no trabalho ou em casa se envolvessem como voluntárias na igreja? Você não se sente culpado por fazer isto?"  E seguindo, acrescentou: "Não é justo sobrecarregar esta gente!"

O pastor Bill demonstra razões ainda mais lógicas para esta inquietude pertinente. Diz que a realização de nossa vida se dá quando a missão de Deus para nós é identificada como nosso maior sublime propósito. E acrescenta um dos muitos e-mails que recebe de seus voluntários:

"Três anos atrás você me lançou o desafio de trabalhar como voluntário. A princípio, hesitei; mas você não desistiu. Hoje, não sei como lhe agradecer. O significado que tenho na vida, a sensação de domínio que sinto, as amizades que tenho feito, o crescimento espiritual que tenho experimentado - tudo isso está ligado diretamente ao fato de eu ter encontrado o meu lugar adequado para servir. Serei grato a você pelo resto da vida por ter-me convidado a participar do jogo."

E o Pr. Bill conclui
"É muito mais divertido ser participante que espectador."



Luciano Oliveira
Curitiba, 22 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 31 de maio de 2017

#151 - Maturidade 1

Roberta Fay e Eunice Johnson escreveram a respeito das marcas de uma personalidade amadurecida:

  • É realista quanto a si própria, aceitando-se como é.
  • Aceita frustrações e desapontamentos sem reagir erradamente.
  • Nega a fama em prol do grupo.
  • Sabe utilizar os dons de forma ideal.
  • É independente.
  • Pode adiar uma satisfação no presente para garantir um benefício maior no futuro.
  • Toma decisões ajuizadas, baseadas em fatos e circunstâncias.
  • Tem a capacidade de perseverar.
  • Sabe receber louvor e críticas sem perder o equilíbrio.
  • Não pede nem espera perfeição em ninguém, nem em si mesma.
  • Tem o hábito de realizar mais do que o dever lhe impõe. 
  • É flexível.
  • Ama os outros como a si mesmo.


Luciano Oliveira
Curitiba, 31 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 9 de maio de 2017

#129 - Legado


Estive hoje na Expomafe em São Paulo, e por uma feliz casualidade pude conhecer a história da fábrica de implementos agrícolas Jacto.

A empresa foi fundada por um imigrante japonês, o Sr. Shunji Nishimura, morto em 2010. É uma história emocionante, iniciada por um jovem que chegou ao porto de Santos com apenas 100 dólares, um certificado de mecânica e uma Bíblia.

Em sua vida adulta em bem-sucedida, deixou a seus colaboradores da cidade de Pompéia, SP, dez valores para nortear a empresa para o futuro: 
  • O cliente precisa estar sempre feliz.
  • A consciência de que ninguém cresce sozinho.
  • A importância de desenvolver sua própria gente, evitando tirar de outras empresas.
  • Trabalho duro como forma de prosperar.
  • Honrar sempre os compromissos.
  • Evitar dívidas.
  • As 3 "virtualidades": humildade, honestidade e simplicidade.
  • Espírito inovador.
  • Responsabilidade sócio-ambiental.
  • Felicidade em compartilhar.
Luciano Oliveira
São Paulo, 9 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 8 de maio de 2017

#128 - Anti-heróis



Precisamos de menos heróis nas organizações.

Se para as coisas fucionarem bem é necessário aquele indivíduo que é "o cara", há na organização uma estrutura frágil e vulnerável.

Todos gostam de ser o herói em algum momento, mas é muito mais importante que os processos estejam bem definidos, haja uma boa dose de previsibilidade e transparência nas comunicações.

O maior legado que um gestor pode deixar é um ambiente organizado, seguro e preparado para mudanças, e não criar uma total dependência de si mesmo.


Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 6 de maio de 2017

#126 - Star



O Centro de Desenvolvimento de Carreiras do MIT sugere a abordagem "STAR" na entrevistas. 

STAR é o acrônimo para Situação, Tarefa, Ação, Resultado. Preparar STARs concisos pode aumentar a efetividade de entrevistas. 

Vale tanto para o entrevistador quanto para o candidato. Utiliza-se a abordagem STAR da seguinte forma:

  • SITUAÇÃO: Fale sobre um situação de conflito passada.
  • TAREFA: Fale sobre sua tarefa e responsabilidade no desenrolar da situação.
  • AÇÃO: Quais ações foram tomadas para resolver.
  • RESULTADOS: Quais resultados foram alcançados.


Luciano Oliveira
Curitiba, 6 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 4 de maio de 2017

#124 - Grande trabalho, grande carreira



Extratos do livro "Grande Trabalho, Grande Carreira", de Stephen Covey e Jennifer Colosimo.

"Uma grande carreira tem a ver com solucionar grandes problemas, encontrar grandes desafios e dar grandes contribuições."

"Além do mais, subir a escada corporativa não é o único caminho para uma carreira de sucesso. Há alternativas significativas ao para 'cima ou rua'. Você define sua própria grande carreira em termos do que seja uma vitória para você."

"Falando do trabalho de sua vida, os franceses usam a palavra métier, que originalmente significa 'ministério' ou 'serviço'. É uma boa palavra. Ela contém ecos de doar a si mesmo, servindo às necessidades dos outros e encontrar a satisfação que deriva de proporcionar serviços reais significativos."

"Empregados medíocres são maus líderes, fracos em trabalho de equipe. Eles são deixados de lado nos aumentos e nas promoções. Geralmente, são frustrados e entediados. Eles encontram pouca ou nenhuma satisfação em seu trabalho. Então por que não se empenhar na excelência? Você vai contribuir mais. Você se sentirá melhor. Você ganhará mais dinheiro. Você gerará maior credibilidade e terá maiores oportunidades."

"A Era do Conhecimento é uma era de turbulências e incertezas"

"Não há escassez de problemas, apenas de respostas."

"A Era do Conhecimento nos desafia a olhar para as necessidades humanas, pobreza, incompreensão, dor, ignorância e medo e a dizer ao mundo: 'Não precisa ser assim'."

"Já estamos tão ocupados tentando terminar o dia e trabalhando febrilmente no emprego atual, que nunca nos damos um tempo para mapear o que nós realmente gostaríamos de fazer."

"Os que criam uma grande carreira para si mesmos são aqueles que conseguem o tempo  para definir  sua contribuição e planejam como vão realizá-la".

"Um dos grandes dilemas humanos de nossa era refere-se ao desperdício de potencial humano."

"No futuro haverão cada vez menos empregos onde você venda o seu tempo."

"Na Era Industrial, as pessoas simplesmente perguntavam: Qual a descrição de minha função? Agora, de acordo com Peter Drucker, trabalhadores da Era do Conhecimento devem aprender a perguntar: Qual deve ser a minha contribuição?"

"Muitos trabalhadores ficam tão inseguros no trabalho que passam uma boa parte do dia fingindo trabalhar. Isto gera mais estresse negativo que trabalhar em excesso. O resultado é uma grave, porém oculta, depressão no escritório."

"A menos que você invista em sua carreira, você sempre se encontrará subempregado, frustrado e, talvez, oprimido pela culpa."

"Você não é a sua função."

"A ferramenta mais importante que você pode ter hoje, em negócios, é uma curiosidade insaciável. No momento em que você a perde, você está acabado."

"Você tem que possuir uma mentalidade de um solucionador de problemas, continuamente fascinado por novos desafios."

"Muitas pessoas estão desligadas de seu trabalho; elas não estão nem realizadas, nem excitadas. Mais que tudo, elas se sentem impotentes para mudar qualquer coisa e culpam a organização, o chefe, a falta de autoridade ou o fato de que ninguém está contratando."

"Muitas pessoas estão congeladas, inativas, esperando por seu chamado, sua vida melhor."

"Se você pode ajudar seu empregador a vender, suas chances de vencer disparam."

"Quanto mais orientado para soluções você se tornar, mais valor você terá."

"Você não pode realizar sozinho algo realmente valioso."

"Os entrevistadores não perguntam mais se você tem as habilidades de que precisam - eles agora pedem que você diga quais ocasiões específicas em que você usou suas habilidades. Você deve estar preparado para contar uma história rápida sobre esta experiência."

"Independentemente do emprego que você tem, você pode vir a amar o seu trabalho e fazer uma grande carreira, exatamente onde está. É uma questão de mentalidade."

"Ao invés de pensar positivamente, pense significativamente."

"Não importa em que emprego você esteja, você deve constantemente recriá-lo - ou você se tornará irrelevante bem rápido."

"Um caminha fácil produz pouca força de caráter ou capacidade."

"A única carência de oportunidades está em sua mente."

"O velho paradigma da Era Industrial diz que você está à mercê da economia, do mercado, de seu chefe, da descrição da sua função, dos procedimentos operacionais padrão e de tudo mais que o faz uma vítima. Por outro lado, na Era do Conhecimento, você não procura por um emprego, você procura por um problema significativo para solucionar, uma oportunidade excitante da qual poderá tirar proveito."

"É impossível ter uma grande vida, sem que ela seja uma vida significativa. E é muito difícil ter uma vida significativa, sem um trabalho significativo."

Luciano Oliveira
Curitiba, 4 de maio de 2017 
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 23 de abril de 2017

#113 - Sorria


"O sol é para as flores o que os sorrisos são para a humanidade."
 - Joseph Addison -

Um ambiente de trabalho agradável pode ser um grande fator de retenção de talentos. Compreender tal afirmação contribui para a melhor produtividade. Tem sido comprovado através de inúmeros estudos que resultados superiores são atingidos através de funcionários, felizes, motivados e engajados. 

Um ambiente carrancudo produzirá algozes e vítimas. Ao invés de focar demasiadamente na competição, resultados mais sustentáveis se dão em locais onde as pessoas são desafiadas a aperfeiçoarem a si mesmas, e enxergando que a contribuição que dão todos os dias faz realmente a diferença.

Luciano Oliveira
Curitiba, 23 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 22 de abril de 2017

#112 - Bye


No dia 19/4 falei do artigo da Revista do RH que aponta 5 motivos pelos quais o melhores saem. 

A Forbes publicou informações bastante intrigantes, que ratificam outras tantas pesquisas sobre o mesmo tema. Ao entrevistar empregados em empresas americanas, puderam fazer as seguintes constatações:
  • Mais de 30% dos empregados acreditam que estarão em outro lugar nos próximos 12 meses;
  • Mais de 40% não respeitam as pessoas as quais eles se reportam; 
  • Mais de 50% dizem ter valores diferentes de seus empregadores;
  • Mais de 60% dizem que sentem que seus planos de carreira não estão alinhados com os planos de seus empregadores;
  • Mais de 70% não sentem valorizados ou estimados por seus empregadores.

Por isso o artigo define seus 10 motivos pelos quais os melhores deixam a empresa:
  1. Os chefes falham em desencadear suas paixões
  2. Os chefes falham em desafiar seu intelecto.
  3. Falham em despertar sua criatividade.
  4. Falham em desenvolver suas habilidades.
  5. Falham em dar à eles uma voz.
  6. Falham no cuidado e na valorização pessoal.
  7. Os chefes falham consistentemente em liderar. 
  8. Falham em reconhecer suas contribuições.
  9. Falham em não aumentar suas responsabilidades. 
  10. Falham em manter seus compromissos e promessas. 

Luciano Oliveira
Curitiba, 22 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 19 de abril de 2017

#109 - Tchau!



5 motivos pelos quais os melhores abandonam o barco, segundo a Revista do RH:

1. Trabalho em excesso
2. Falta de reconhecimento
3. Gestão indiferente 
4. Promessas vazias aliadas à falta de expectativas
5. Falha no recrutamento e promoções

Luciano Oliveira
Curitiba, 19 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 9 de abril de 2017

#99 - Inovação


Ricardo Semler é um conhecido executivo brasileiro, que se tornou famoso nos anos 80/90 pela forma que gerenciava seus negócios. 

Avesso a forma de gestão vigente, o modelo 'taylorista-fordista', é um evangelista das formas disruptivas e inovadoras de administração. Segundo ele, as organizações de hoje trabalham ainda no mérito de "muita gente, muitos processos e uma linha de montagem". Diz que, como reflexo disso, a possibilidade de inovar dentro de uma empresa dos padrões atuais é de apenas 1%. 

Fundos de private equity dominam as empresas modernas. Buscam replicar formas de gestão idênticas. Muitas com sucesso até o momento, porém a custas de muita rotatividade. Alguns setores chegam a mais de 100% a troca de funcionários ao longo dos anos. 

Modelos atuais estão ultrapassados e não atendem aos anseios de novos profissionais que querem um ambiente mais flexível e humanizado. As organizações precisam ser mais desenhadas para as pessoas, ao invés de números. Em sua experiência, Semler conseguiu reduzir a rotatividade de sua empresa para 2%, tornando os funcionários responsáveis pela organização. Talvez não tenha conseguido atingir todos os seus objetivos, porém, sua ousadia e liderança para romper com os padrões atuais que estão amalgamados pelo capital, o tem feito ser ouvido por uma grande multidão.

Luciano Oliveira
Curitiba, 9 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br