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quinta-feira, 15 de junho de 2017
#161 - Resiliência
Adaptado do livro "Sprint", de Jake Knapp.
Em uma noite de agosto de 1996, um editor chamado Nigel Newton deixou seu escritório no distrito do Soho, em Londres, a foi para casa com um pilha de papel.
No meio da pilha estavam cinquenta páginas de um livro que ele precisava avaliar, mas Newton não tinha grandes expectativas para ele. O manuscrito já havia sido rejeitado por oito editoras. Newton não leu as páginas naquela noite. Em vez disso, ele as entregou à filha de oito anos, Alice.
Alice leu. Cerca de uma hora depois, a menina voltou do quarto, o rosto brilhando de animação. "Papai", disse ela, "isso é muito melhor do que qualquer outra coisa."
Ela não parava de falar sobre o livro. Queria terminar de lê-lo e não deu sossego ao pai - durante meses -, até ele conseguir o restante.
No fim, incentivado pela insistência da filha, Newton fechou um contrato modesto com a autora e imprimiu quinhentos exemplares. O livro, que por pouco não chegou ao público, era Harry Potter e a Pedra Filosofal.
Luciano Oliveira
Curitiba, 10 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
quinta-feira, 8 de junho de 2017
#158 - Crítica
"Prefiro ser músico do que crítico de música.
Cineasta a crítico de cinema.
Chefe de cozinha a crítico de gastronomia.
Prefiro ser construtor de igreja que um crítico de igreja.
Prefiro ser o tipo de gente que gastou a vida se envolvendo e não criticando."
- Brian Houston - Pastor Sênior na Hillsong Church -
Luciano Oliveira
Curitiba, 7 de junto de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
Marcadores:
autoconhecimento,
compromisso,
engajamento,
espiritualidade,
gestão do tempo,
impacto,
insight
quarta-feira, 3 de maio de 2017
#123 - Círculos
Existem 2 círculos que limitam nossa visão.
O primeiro deles é chamado por Stephen Covey de Círculo de Preocupações. Neste círculo estão todas as limitações que proíbem um maior desenvolvimento. Podem ser regras internas, descrições de cargos e funções, orçamentos do departamento, políticas da empresa.
O segundo círculo, menor e dentro do Círculo das Preocupações, é o Círculo de Influência.
No Círculo de Influência estão contidas todas as possibilidades as quais se tem controle. Ali estão as ferramentas e capital para se trabalhar.
O objetivo de uma carreira bem sucedida é buscar ampliar o Círculo da Influência, ao invés de desperdiçar tempo se preocupando com o Círculo das Preocupações.
Ampliar o Círculo da Influência é fazer com excelência tudo o que estiver ao alcance. Trocar o lamento por ação. Fazer do limão a limonada.
Muita gente considera o seu trabalho inócuo, sem sentido. Mas há sempre a possibilidade de ser relevante, esteja aonde estiver.
Um exemplo conhecido é o de José da Egito, um dos filhos de Jacó. A história bíblica diz que ele foi injustamente vendido pelos seus irmãos, e acabou indo parar no Egito. Ali, ao invés de lamentar, ele busca servir com o coração, mesmo em pequenas coisas. Logo é alçado como o segundo na casa de um proeminente personagem da época, Potifar. Porém, novamente injustiçado é preso. Mesmo na prisão, ele serve com dedicação, e torna-se um responsável maior pelas atividades no cárcere. Estes fatos se repetem novamente em outros momentos na sua vida. Por isso, a história de José é um bom exemplo de alguém que soube ampliar seu Círculo de Influência.
"Faça o que puder, com o que tiver, onde estiver"
- Theodore Roosevelt -
"Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças,
porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem
conhecimento, nem sabedoria alguma."
Luciano Oliveira
Curitiba, 3 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
sexta-feira, 28 de abril de 2017
#118 - Money
A seção de Economia da UOL adaptou um artigo da Business Insider, que no jargão popular "joga para a torcida".
Ser rico é algo desejado pela maioria. Afinal, todo mundo tem um plano para os milhões que viesse a ganhar na Loteria, mesmo nunca tendo jogado. O dinheiro em abundância mexe com a imaginação.
O artigo destaca 10 comportamentos que afastam a possibilidade de angariar uma grande bolada.
- Trabalhar duro, mas de maneira não inteligente. Tanto quanto trabalhar muito, saber investir é fazer o dinheiro gerar mais dinheiro.
- Pensar apenas em economizar, ao invés de ganhar mais. Concentrar em aumentar a renda é mais eficaz que reduzir os gastos.
- Ganhar mais do que gasta é um óbvio comportamento destrutivo. Num país com os juros mais altos do mundo como o Brasil, ser devedor é um péssimo negócio.
- Contentar-se com um salário estável. Pessoas ricas preferem receber pelos resultados que geram, ao invés de apenas serem compensados pelas horas trabalhadas.
- Investimento tardio. Quem demora muito para investir perde o maior dos benefícos: a mágica dos juros compostos. Em média, milionários investem 20% do que ganham.
- Perseguir o sonho de outra pessoa, e não o seu.
- Raramente sair da zona de conforto. Quem for acomodado nunca terá mais. Pessoas ricas enfrentam as incertezas, medos e correm riscos.
- Não ter metas para seu dinheiro.
- Gastar antes e poupar o que sobrar.
- Achar que ficar rico não é um plano para si mesmo, e que isto é coisa de sortudos.
Luciano Oliveira
Curitiba, 28 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
sábado, 22 de abril de 2017
#112 - Bye
No dia 19/4 falei do artigo da Revista do RH que aponta 5 motivos pelos quais o melhores saem.
A Forbes publicou informações bastante intrigantes, que ratificam outras tantas pesquisas sobre o mesmo tema. Ao entrevistar empregados em empresas americanas, puderam fazer as seguintes constatações:
- Mais de 30% dos empregados acreditam que estarão em outro lugar nos próximos 12 meses;
- Mais de 40% não respeitam as pessoas as quais eles se reportam;
- Mais de 50% dizem ter valores diferentes de seus empregadores;
- Mais de 60% dizem que sentem que seus planos de carreira não estão alinhados com os planos de seus empregadores;
- Mais de 70% não sentem valorizados ou estimados por seus empregadores.
Por isso o artigo define seus 10 motivos pelos quais os melhores deixam a empresa:
- Os chefes falham em desencadear suas paixões
- Os chefes falham em desafiar seu intelecto.
- Falham em despertar sua criatividade.
- Falham em desenvolver suas habilidades.
- Falham em dar à eles uma voz.
- Falham no cuidado e na valorização pessoal.
- Os chefes falham consistentemente em liderar.
- Falham em reconhecer suas contribuições.
- Falham em não aumentar suas responsabilidades.
- Falham em manter seus compromissos e promessas.
Luciano Oliveira
Curitiba, 22 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
Marcadores:
carreira,
engajamento,
era do conhecimento,
gestão de pessoas,
liderança,
porque os melhores saem
quarta-feira, 19 de abril de 2017
#109 - Tchau!
5 motivos pelos quais os melhores abandonam o barco, segundo a Revista do RH:
1. Trabalho em excesso
2. Falta de reconhecimento
3. Gestão indiferente
4. Promessas vazias aliadas à falta de expectativas
5. Falha no recrutamento e promoções
Luciano Oliveira
Curitiba, 19 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
segunda-feira, 3 de abril de 2017
#93 - Engajamento
Engajamento: do francês engager - 'fazer com compromisso'.
Equipes engajadas são mais produtivas. Um artigo da consultoria Michael Page listou 5 maneiras de aumentar o engajamento dos funcionários:
- Liderança inspiradora
- Crescimento e oportunidades
- Propósito no trabalho
- Reconhecimento e recompensas
- Cultura voltada para as pessoas
Luciano Oliveira
Concepción, 3 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
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