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segunda-feira, 26 de junho de 2017
#176 - Hábitos Vencedores
Adaptado do site Inc.com, "Como Pessoas Bem-Sucedidas Aproveitam Seus Verões".
1. Se tornam seus próprios chefes, com suas agendas e seus prazos
2. Colocam um prazo para sair da zona de conforto
3. Fazem uma lista das coisas as quais não se sentem satisfeitos com a presente situação
4. Param de fazer as mesmas coisas inúteis repetidamente
5. Eles colocam vários "pequenos-alvos"
6. Eles desentoxicam regularmente
7. Pressionam a si mesmos para concluir qualquer os projetos pendentes
Luciano Oliveira
Curitiba, 25 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
segunda-feira, 19 de junho de 2017
#170 - Tipos Empreendedores
Existem 3 tipos de personalidades empreendedoras, segundo o portal da Empresa Autogerenciável:
Tipo 1: Sobreviventes
São os que trocam o almoço pela janta. Equipes desengajadas, que trabalham muito, mas pouco produzem.Tipo 2: Campistas
São os que atingiram um certo status, e querem mantê-lo. Numa crise, perdem o sono e a confiança fica abalada.Tipo 3: Alpinistas
Ao chegarem em um determinado nível, já buscam novas formas de galgar a próxima etapa. Fazem isso por divertimento, e a consciência de que precisam criar uma cultura forte e identificar pessoas que deixem seu legado.Luciano Oliveira
Curitiba, 19 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
quinta-feira, 8 de junho de 2017
#158 - Crítica
"Prefiro ser músico do que crítico de música.
Cineasta a crítico de cinema.
Chefe de cozinha a crítico de gastronomia.
Prefiro ser construtor de igreja que um crítico de igreja.
Prefiro ser o tipo de gente que gastou a vida se envolvendo e não criticando."
- Brian Houston - Pastor Sênior na Hillsong Church -
Luciano Oliveira
Curitiba, 7 de junto de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
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sexta-feira, 12 de maio de 2017
#132 - Créditos
Formas de ganhar créditos com pequenos atos, segundo Eduardo Ferraz:
- Ofereça ajuda a colegas novatos na empresa.
- Elogie desempenhos ou atos marcantes (do filhos, dos colegas, do chefe, do marido, da esposa, de parentes, etc).
- Dê carona às vezes, mesmo que precise gastar dez ou quinze minutos a mais.
- Faça a parte chata de um trabalho que a maioria reluta em aceitar.
- Ajude seus filhos em uma matéria que você sempre teve facilidade.
- Cumprimente pessoas que parecem ser invisíveis para a maioria (porteiros, pessoal da limpeza, etc.).
- Agradeça a seu cônjuge quando fizer algo caprichado.
- Seja um pouco mais tolerante com as pessoas limitadas.
- Evite alimentar fofocas.
- Agradeça quando receber críticas construtivas.
- Diga para as pessoas importantes de sua vida o quanto elas são valiosas.
- Dê pequenos presentes ou lembranças em datas especiais.
- Sempre responda a convites, ainda que seja para recusá-los.
- Ouça com atenção.
- Dê valor a pequenas contribuições que receber.
- Mostre deferência com pessoas mais velhas.
- Oriente profissionalmente quem tem poucos recursos.
Luciano Oliveira
Curitiba, 12 de maio de 2017
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segunda-feira, 8 de maio de 2017
#128 - Anti-heróis
Precisamos de menos heróis nas organizações.
Se para as coisas fucionarem bem é necessário aquele indivíduo que é "o cara", há na organização uma estrutura frágil e vulnerável.
Todos gostam de ser o herói em algum momento, mas é muito mais importante que os processos estejam bem definidos, haja uma boa dose de previsibilidade e transparência nas comunicações.
O maior legado que um gestor pode deixar é um ambiente organizado, seguro e preparado para mudanças, e não criar uma total dependência de si mesmo.
Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
quinta-feira, 4 de maio de 2017
#124 - Grande trabalho, grande carreira
Extratos do livro "Grande Trabalho, Grande Carreira", de Stephen Covey e Jennifer Colosimo.
"Uma grande carreira tem a ver com solucionar grandes problemas, encontrar grandes desafios e dar grandes contribuições."
"Além do mais, subir a escada corporativa não é o único caminho para uma carreira de sucesso. Há alternativas significativas ao para 'cima ou rua'. Você define sua própria grande carreira em termos do que seja uma vitória para você."
"Falando do trabalho de sua vida, os franceses usam a palavra métier, que originalmente significa 'ministério' ou 'serviço'. É uma boa palavra. Ela contém ecos de doar a si mesmo, servindo às necessidades dos outros e encontrar a satisfação que deriva de proporcionar serviços reais significativos."
"Empregados medíocres são maus líderes, fracos em trabalho de equipe. Eles são deixados de lado nos aumentos e nas promoções. Geralmente, são frustrados e entediados. Eles encontram pouca ou nenhuma satisfação em seu trabalho. Então por que não se empenhar na excelência? Você vai contribuir mais. Você se sentirá melhor. Você ganhará mais dinheiro. Você gerará maior credibilidade e terá maiores oportunidades."
"A Era do Conhecimento é uma era de turbulências e incertezas"
"Não há escassez de problemas, apenas de respostas."
"A Era do Conhecimento nos desafia a olhar para as necessidades humanas, pobreza, incompreensão, dor, ignorância e medo e a dizer ao mundo: 'Não precisa ser assim'."
"Já estamos tão ocupados tentando terminar o dia e trabalhando febrilmente no emprego atual, que nunca nos damos um tempo para mapear o que nós realmente gostaríamos de fazer."
"Os que criam uma grande carreira para si mesmos são aqueles que conseguem o tempo para definir sua contribuição e planejam como vão realizá-la".
"Um dos grandes dilemas humanos de nossa era refere-se ao desperdício de potencial humano."
"No futuro haverão cada vez menos empregos onde você venda o seu tempo."
"Na Era Industrial, as pessoas simplesmente perguntavam: Qual a descrição de minha função? Agora, de acordo com Peter Drucker, trabalhadores da Era do Conhecimento devem aprender a perguntar: Qual deve ser a minha contribuição?"
"Muitos trabalhadores ficam tão inseguros no trabalho que passam uma boa parte do dia fingindo trabalhar. Isto gera mais estresse negativo que trabalhar em excesso. O resultado é uma grave, porém oculta, depressão no escritório."
"A menos que você invista em sua carreira, você sempre se encontrará subempregado, frustrado e, talvez, oprimido pela culpa."
"Você não é a sua função."
"A ferramenta mais importante que você pode ter hoje, em negócios, é uma curiosidade insaciável. No momento em que você a perde, você está acabado."
"Você tem que possuir uma mentalidade de um solucionador de problemas, continuamente fascinado por novos desafios."
"Muitas pessoas estão desligadas de seu trabalho; elas não estão nem realizadas, nem excitadas. Mais que tudo, elas se sentem impotentes para mudar qualquer coisa e culpam a organização, o chefe, a falta de autoridade ou o fato de que ninguém está contratando."
"Muitas pessoas estão congeladas, inativas, esperando por seu chamado, sua vida melhor."
"Se você pode ajudar seu empregador a vender, suas chances de vencer disparam."
"Quanto mais orientado para soluções você se tornar, mais valor você terá."
"Você não pode realizar sozinho algo realmente valioso."
"Os entrevistadores não perguntam mais se você tem as habilidades de que precisam - eles agora pedem que você diga quais ocasiões específicas em que você usou suas habilidades. Você deve estar preparado para contar uma história rápida sobre esta experiência."
"Independentemente do emprego que você tem, você pode vir a amar o seu trabalho e fazer uma grande carreira, exatamente onde está. É uma questão de mentalidade."
"Ao invés de pensar positivamente, pense significativamente."
"Não importa em que emprego você esteja, você deve constantemente recriá-lo - ou você se tornará irrelevante bem rápido."
"Um caminha fácil produz pouca força de caráter ou capacidade."
"A única carência de oportunidades está em sua mente."
"O velho paradigma da Era Industrial diz que você está à mercê da economia, do mercado, de seu chefe, da descrição da sua função, dos procedimentos operacionais padrão e de tudo mais que o faz uma vítima. Por outro lado, na Era do Conhecimento, você não procura por um emprego, você procura por um problema significativo para solucionar, uma oportunidade excitante da qual poderá tirar proveito."
"É impossível ter uma grande vida, sem que ela seja uma vida significativa. E é muito difícil ter uma vida significativa, sem um trabalho significativo."
Luciano Oliveira
Curitiba, 4 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
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quarta-feira, 3 de maio de 2017
#123 - Círculos
Existem 2 círculos que limitam nossa visão.
O primeiro deles é chamado por Stephen Covey de Círculo de Preocupações. Neste círculo estão todas as limitações que proíbem um maior desenvolvimento. Podem ser regras internas, descrições de cargos e funções, orçamentos do departamento, políticas da empresa.
O segundo círculo, menor e dentro do Círculo das Preocupações, é o Círculo de Influência.
No Círculo de Influência estão contidas todas as possibilidades as quais se tem controle. Ali estão as ferramentas e capital para se trabalhar.
O objetivo de uma carreira bem sucedida é buscar ampliar o Círculo da Influência, ao invés de desperdiçar tempo se preocupando com o Círculo das Preocupações.
Ampliar o Círculo da Influência é fazer com excelência tudo o que estiver ao alcance. Trocar o lamento por ação. Fazer do limão a limonada.
Muita gente considera o seu trabalho inócuo, sem sentido. Mas há sempre a possibilidade de ser relevante, esteja aonde estiver.
Um exemplo conhecido é o de José da Egito, um dos filhos de Jacó. A história bíblica diz que ele foi injustamente vendido pelos seus irmãos, e acabou indo parar no Egito. Ali, ao invés de lamentar, ele busca servir com o coração, mesmo em pequenas coisas. Logo é alçado como o segundo na casa de um proeminente personagem da época, Potifar. Porém, novamente injustiçado é preso. Mesmo na prisão, ele serve com dedicação, e torna-se um responsável maior pelas atividades no cárcere. Estes fatos se repetem novamente em outros momentos na sua vida. Por isso, a história de José é um bom exemplo de alguém que soube ampliar seu Círculo de Influência.
"Faça o que puder, com o que tiver, onde estiver"
- Theodore Roosevelt -
"Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças,
porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem
conhecimento, nem sabedoria alguma."
Luciano Oliveira
Curitiba, 3 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
segunda-feira, 1 de maio de 2017
#121 - Paradigma
Stephne Covey e Jennifer Colosimo escrevem no livro "Grande Trabalho, Grande Carreira" sobre os paradigmas do Caçador de Emprego X Colaborador:
O Caçador de Emprego:
- Se vende como um produto.
- Seu discurso é "Porque eu preciso de um emprego, você faria o favor de me contratar?"
- Sua oferta é "Aqui está o meu currículo".
O Colaborador
- Se vende como um solução.
- Seu discurso é "Porque você tem uma necessidade significativa, quero oferecer pontos fortes que se adéquem a essa necessidade".
- Sua oferta é "Aqui está minha proposta para ajudá-lo".
Há diferenças significativas entre empurrar um produto e oferecer uma solução. Portanto, o desafio de cada indivíduo em sua carreira é como passar de produto a solução, oferecendo mais que o preenchimento de uma vacância. O postura de cada um precisa ir além de assumir apenas a matrícula em um crachá.
Luciano Oliveira
Curitiba, 1 de maior de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
sexta-feira, 28 de abril de 2017
#118 - Money
A seção de Economia da UOL adaptou um artigo da Business Insider, que no jargão popular "joga para a torcida".
Ser rico é algo desejado pela maioria. Afinal, todo mundo tem um plano para os milhões que viesse a ganhar na Loteria, mesmo nunca tendo jogado. O dinheiro em abundância mexe com a imaginação.
O artigo destaca 10 comportamentos que afastam a possibilidade de angariar uma grande bolada.
- Trabalhar duro, mas de maneira não inteligente. Tanto quanto trabalhar muito, saber investir é fazer o dinheiro gerar mais dinheiro.
- Pensar apenas em economizar, ao invés de ganhar mais. Concentrar em aumentar a renda é mais eficaz que reduzir os gastos.
- Ganhar mais do que gasta é um óbvio comportamento destrutivo. Num país com os juros mais altos do mundo como o Brasil, ser devedor é um péssimo negócio.
- Contentar-se com um salário estável. Pessoas ricas preferem receber pelos resultados que geram, ao invés de apenas serem compensados pelas horas trabalhadas.
- Investimento tardio. Quem demora muito para investir perde o maior dos benefícos: a mágica dos juros compostos. Em média, milionários investem 20% do que ganham.
- Perseguir o sonho de outra pessoa, e não o seu.
- Raramente sair da zona de conforto. Quem for acomodado nunca terá mais. Pessoas ricas enfrentam as incertezas, medos e correm riscos.
- Não ter metas para seu dinheiro.
- Gastar antes e poupar o que sobrar.
- Achar que ficar rico não é um plano para si mesmo, e que isto é coisa de sortudos.
Luciano Oliveira
Curitiba, 28 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
terça-feira, 18 de abril de 2017
#108 - Menos é mais
Um artigo de Greg Mckeown faz uma pergunta intrigante:
O link para esta reflexão encontra-se aqui.
Existe um paradoxo que busca explicar esta questão, conhecido como o Paradoxo da Claridade. Ele afima:
Ou seja, curiosamente o sucesso passado pode ser o catalisador do fracasso futuro. Isto ocorre quando se faz a busca indisciplinada por mais. O sucesso pode ser tornar uma grande distração.
Assim, as respostas para o anseio de manter o momentum pode residir nas seguintes atitudes:
Se o sucesso é o catalisador do fracasso pela perseguição indisciplinada por mais, então um simples antídoto é a disciplinada perseguição por menos. Não apenas saindo dizendo "Não" por aí, mas eliminando estrategicamente as coisas não-essenciais, constantemente reduzindo, focando e simplificando. Eliminar os desperdiçadores de tempo, mas também cortar formidáveis oportunidades que possam aparecer.
Luciano Oliveira
Curitiba, 18 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
Por que pessoas e organizações bem-sucedidas não se tornam automaticamente muito bem-sucedidas?
O link para esta reflexão encontra-se aqui.
Existe um paradoxo que busca explicar esta questão, conhecido como o Paradoxo da Claridade. Ele afima:
- Fase 1: Quando temos uma clareza de propósito, temos o caminho do sucesso.
- Fase 2: Quando temos sucesso, abrem-se mais caminhos, opções e oportunidades.
- Fase 3: Ao aumentar a quantidade de opções e oportunidades, os esforços começam a ser mais difusos.
- Fase 4: Esforços difusos minam a claridade que em um momento nos dirigiram ao sucesso da Fase 1.
Ou seja, curiosamente o sucesso passado pode ser o catalisador do fracasso futuro. Isto ocorre quando se faz a busca indisciplinada por mais. O sucesso pode ser tornar uma grande distração.
Assim, as respostas para o anseio de manter o momentum pode residir nas seguintes atitudes:
1. Utilizar critérios extremos
Assim como eliminamos as roupas do closet, deve se perguntar: Realmente preciso disso? É necessário fazer uma assepsia emocional. Existe o conceito do Ponto Mais Alto de Contribuição. É exatamente o ponto de intersecção entre minha Paixão, minha Vocação e minha Contribuição.2. Perguntar "O Que é Essencial" e eliminar o resto
Comece conduzindo uma auditoria em sua vida. Todos os sistemas humanos são conduzidos à desorganização. Encontre o que é essencial e jogue fora o resto. Na sequência, somente adicione uma nova atividade após ter eliminado uma anterior. Esta regra simples irá proporcionar que você apenas adicione uma atividade que tenha uma valor maior que aquela que foi substituída.3. Se precaver acerca do efeito de doação
As coisas tendem a possuir maior valor quando estamos próximos a nos desafazer delas. Uma proposta feita por Tom Stafford para resolver este impasse é perguntar "Se não tivesse este item, quanto estaria disposto a pagar para tê-lo?". O mesmo vale para oportunidades na carreira.Se o sucesso é o catalisador do fracasso pela perseguição indisciplinada por mais, então um simples antídoto é a disciplinada perseguição por menos. Não apenas saindo dizendo "Não" por aí, mas eliminando estrategicamente as coisas não-essenciais, constantemente reduzindo, focando e simplificando. Eliminar os desperdiçadores de tempo, mas também cortar formidáveis oportunidades que possam aparecer.
Luciano Oliveira
Curitiba, 18 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
sábado, 15 de abril de 2017
#105 - Autenticidade
A Forbes publicou um artigo sobre 12 hábitos de pessoas genuínas.
- Pessoas genuínas não querem fazer todos gostarem delas. Elas são o que são. Estão dispostas a algumas vezes tomarem decisão não tão populares.
- Elas não são precipitadas no julgamento. São sempre dispostas a ouvir para formar uma opinião adequada.
- Fazem seus próprios caminhos. Não trilham seus passos conforme a satisfação e aceitação alheia.
- São pessoas generosas. Não retém o bem, e creem que a felicidade e alegria podem ser bens coletivos.
- Tratam todos com respeito. Acreditam que não existem pessoas umas melhores que as outras.
- Não são motivadas por bens materiais. Suas motivações vêm de dentro.
- São confiáveis. Clareza e transparência são suas características, cumprindo o que prometem.
- São casca-grossa. Não saem por aí achando que há uma ofensa pessoal onde realmente não existe. Buscam encarar as críticas de forma construtiva.
- Deixam o telefone de lado. Numa conversação, interessam-se genuinamente por alguém. Perguntam, questionam, buscam extrair conhecimento do outro. Sabem sempre explorar as sinergias humanas.
- Não são dirigidas pelo ego. Como não são dirigidas pela admiração alheia, suas decisões são mais precisas. Fazem o que precisa ser feito sem ter de dizer: "Ei, olhe pra mim."
- Não são hipócritas. Possuem coerência e caráter em suas atitudes.
- Não se gabam. Pessoas genuínas não precisam falar o tempo todo acerca de si e suas realizações.
Luciano Oliveira
Curitiba, 15 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
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segunda-feira, 3 de abril de 2017
#93 - Engajamento
Engajamento: do francês engager - 'fazer com compromisso'.
Equipes engajadas são mais produtivas. Um artigo da consultoria Michael Page listou 5 maneiras de aumentar o engajamento dos funcionários:
- Liderança inspiradora
- Crescimento e oportunidades
- Propósito no trabalho
- Reconhecimento e recompensas
- Cultura voltada para as pessoas
Luciano Oliveira
Concepción, 3 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br
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