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domingo, 30 de julho de 2017

#187 - Seth Godin



Seth Godin é um empreendedor do marketing digital, expoente da Nova Economia. Em seu livro "Quebre as Regras e Reinvente", ele faz uma pergunta crucial para o novo perfil de profissional:

"Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?"

Dentre seus inúmeros insights, ele diz: 

"A iniciativa é a base da nova economia conectada. Não são mais o dinheiro, acesso nem o poder organizacional."

"O desafio não é aperfeiçoar sua capacidade de saber quando começar e quando esperar. O desafio é criar o hábito de começar."

"A natureza humana diz que precisamos de um mapa. Se você tiver coragem suficiente para desenhar um, as pessoas o seguirão."

"Agora é melhor do que daqui a pouco."

"Rejeite a tirania de ser escolhido. Escolha você mesmo."

"A maioria dos funcionários pode lhe dar uma longa lista de coisas que não são autorizados a fazer. Listas de coisas proibidas existem em escolas, em relacionamentos, em empregos. O parque perto de minha casa não permite a entrada de cães, não-residentes ou festas de aniversários. É interessante que a lista de coisas permitidas seja mais difícil de lembrar e escrever. Acho que temos medo de toda a liberdade que temos e do que se espera que façamos com essa liberdade."

"A curiosidade não é alérgica a falhas. Ela nos leva à casa mal-assombrada, porque a excitação está no inesperado, no que não é seguro."

"Se não há uma resposta certa clara, talvez você tenha de fazer algo novo. Algo novo é, muitas vezes, o caminho certo quando o mundo é complicado."

Citando Richard Feynman, que diz: "Eu não sei qual é o problema com as pessoas: elas não aprendem pelo entendimento, mas de outro jeito - pelo hábito ou algo assim. Seu conhecimento é tão frágil."

"A mudança é algo poderoso, mas sempre vem com o fracasso como companheiro. "Pode ser que isso não funcione" não é somente algo a ser tolerado, é também algo que você deve buscar.

"Simplesmente começar sem terminar é só alardear, parar, ou seja, uma perda de tempo."

"Em todos os empregos de que gostei, encontrei uma cultura em que a chama da iniciativa era valorizada. Infelizmente, muitos lugares estão parados na cultura da repetição."

"Não estou encorajando-o a ser audacioso e correto. Não estou encorajando-o a achar maneiras de sempre iniciar ideias inteligentes, comprovadas e lucrativas. Estou simplesmente encorajando-o a iniciar. Frequentemente. Para sempre. Seja aquele que inicia as coisas."


Luciano Oliveira
Curitiba, 6 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 19 de junho de 2017

#170 - Tipos Empreendedores

https://www.entrepreneurcoach.com/assets/images/ec_home.jpg

Existem 3 tipos de personalidades empreendedoras, segundo o portal da Empresa Autogerenciável:
  

Tipo 1: Sobreviventes

São os que trocam o almoço pela janta. Equipes desengajadas, que trabalham muito, mas pouco produzem.

Tipo 2: Campistas

São os que atingiram um certo status, e querem mantê-lo. Numa crise, perdem o sono e a confiança fica abalada.

Tipo 3: Alpinistas

Ao chegarem em um determinado nível, já buscam novas formas de galgar a próxima etapa. Fazem isso por divertimento, e a consciência de que precisam criar uma cultura forte e identificar pessoas que deixem seu legado. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 19 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 18 de junho de 2017

#166 - Apresentações Interessantes

http://execcatalyst.com/wp/wp-content/uploads/2012/09/Marketing-Presentation-Mastery-Clapping.jpg


Da revista Fast Company, 4 dicas para tornar interessante uma chata apresentação.


  1. Converta dados em imagens
  2. Assegure-se que esteja 'vendendo' alguma coisa
  3. Ponha mais contexto nos dados
  4. Compartilhe alguma coisa que sua audiência nunca tenha ouvido


Luciano Oliveira
Curitiba, 15 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 17 de junho de 2017

164 - Revisitando Modelos de Negócios



Adaptado do livro "O Navegador de Modelos de Negócios", Alta Books.

Revisitando os modelos de negócios

O atual modelo de negócios de uma empresa se torna tangível quando descrito em 4 dimensões - o cliente (quem?), a proposta de valor (o quê?), a cadeia de valor (como?), e o mecanismo de lucro (por quê?). 

Um modelo de negócios fornece uma imagem holística de como uma empresa cria e captura valor definido. Inovar significa modificar ao menos 2 das 4 dimensões explicitadas acima

Um dos principais desafios da inovação do modelo de negócio é superar a lógica dominante da empresa e de sua área de atuação. 

Empresas que outrora eram bem-sucedidas em suas áreas de atuação (Kodak, Agfa, AEG, Nokia), não conseguiram ajustar seus modelos de negócio ao ambiente em mudança a ser redor. 

Pesquisas empíricas demonstram inequivocamente que a inovação do modelo de negócio carrega um maior potencial para o sucesso do que a mera inovação de produtos ou de processos. Um estudo do Boston Consulting Group mostrou que, durante um período de cinco anos, os modelos de negócios inovadores foram 6% mais rentáveis do que seus contemporâneos que estavam criando novos produtos e processos. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 13 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#163 - A Nova Economia



Realidades sobre a Nova Economia:

  • A Amazon se tornou a maior vendedora de livros do mundo, mesmo sem possuir uma única loja física.
  • A Apple é a maior varejista de música, apesar de não vender CDs.
  • A Pixar ganhou onze Oscars nos últimos 10 anos, sem que haja um único ator humano em qualquer um de seus filmes.
  • A Netflix reinventou o aluguel de vídeos, apesar de não possuir nem uma única loja física.
  • O Skype é a maior operadora de telecomunicações em todo o mundo, ainda que não possua nenhuma infraestrutura de rede.
  • A Starbucks é a maior rede de cafeterias do mundo para vender produtos de café padronizados a preços mais elevados.
  • O Uber é o maior frotista do mundo, sem possuir um único veículo. Além disso, possui maior valor de mercado que a GM.
  • A Airbnb não possui uma propriedade sequer, e é a maior companhia de hospedagem do mundo, ultrapassando as mais tradicionais




Luciano Oliveira
Curitiba, 12 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#162 - Paranoia



Adaptado do livro "O Navegador de Modelos de Negócios", Alta Books.

Seja paranoico

 As consequências  para as empresas na corrida pela inovação são drásticas. O antigo ditado do The Boston Consulting Group sobre a ordenha de suas vacas tornou-se cada vez menos relevante hoje. Mesmo que sejam bem-sucedidas no momento, é importante que as empresas testem regularmente seu modelo de negócio. Um pouco de paranoia não faz mal nenhum e, como disse Steve Jobs, é crucial questionar os pilares do sucesso de hoje e preparar-se mentalmente para a morte de sua empresa, mesmo que ela esteja muito bem agora. Vivemos em uma era de vantagem competitiva temporal: o sucesso só pode ser mantido se suas raízes forem continuamente reexaminadas e nutridas. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 15 de junho de 2017

#161 - Resiliência


Adaptado do livro "Sprint", de Jake Knapp.

Em uma noite de agosto de 1996, um editor chamado Nigel Newton deixou seu escritório no distrito do Soho, em Londres, a foi para casa com um pilha de papel. 

No meio da pilha estavam cinquenta páginas de um livro que ele precisava avaliar, mas Newton não tinha grandes expectativas para ele. O manuscrito já havia sido rejeitado por oito editoras. Newton não leu as páginas naquela noite. Em vez disso, ele as entregou à filha de oito anos, Alice. 

Alice leu. Cerca de uma hora depois, a menina voltou do quarto, o rosto brilhando de animação. "Papai", disse ela, "isso é muito melhor do que qualquer outra coisa." 

Ela não parava de falar sobre o livro. Queria terminar de lê-lo e não deu sossego ao pai - durante meses -, até ele conseguir o restante. 

No fim, incentivado pela insistência da filha, Newton fechou um contrato modesto com a autora e imprimiu quinhentos exemplares. O livro, que por pouco não chegou ao público, era Harry Potter e a Pedra Filosofal.



Luciano Oliveira
Curitiba, 10 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 8 de junho de 2017

#158 - Crítica




"Prefiro ser músico do que crítico de música.
Cineasta a crítico de cinema.
Chefe de cozinha a crítico de gastronomia.
Prefiro ser construtor de igreja que um crítico de igreja.
Prefiro ser o tipo de gente que gastou a vida se envolvendo e não criticando."

- Brian Houston - Pastor Sênior na Hillsong Church -



Luciano Oliveira
Curitiba, 7 de junto de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 5 de junho de 2017

#155 - Líderes que inspiram


Segundo Simon Sinek, os maiores líderes e as maiores companhias são aqueles que constantemente refletem nas razões e motivações em porquê fazem o que fazem, ao invés de simplesmente continuar fazendo. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 4 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 24 de maio de 2017

#143 - A escada do desenvolvimento




O que aprendemos há poucos anos sobre a carreira mudou. E fundamentalmente.

Artigo da revista Fast Company trata de como as expectativas de ascensão mudaram. E dá 3 dicas para continuar subindo:

1. Esteja disposto a se adaptar

Antes a chave era da especialidade. Portanto, não saber algo sobre sua área era quase um sacrilégio. Porém, com o mundo em constante mudança, é imprescindível estar disposto a aprender, desaprender e reaprender. Querer ser sempre o indispensável é um bom caminho para estagnar na carreira.

2. Foque no capital social

Porque hoje o sucesso está muito menos no que você sabe, e mais em fazer as coisas acontecerem através dos outros.

3. Desenvolva boas capacidades de comunicação

Ao invés de focar na sua transmissão da mensagem, reflita acerca de como ela foi recebida pelo outro.



Luciano Oliveira
Curitiba, 23 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 21 de maio de 2017

#140 - Geração Z


A Geração Z é aquela dos nascidos entre 1990 e 2009. Já nasceram conectados, e têm como natural o mundo físico e o mundo virtual na mesma conta. 

Em seu livro intitulado "20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos", Augusto Cury diz que esta geração é excessivamente cartesiana. Apesar de serem inteligentes, rápidos, têm dificuldade de construir o altruísmo, falar de seus conflitos e raramente sabem se colocar no lugar dos outros. Deram um grande salto cognitivo, mas são inseguros em relação às suas emoções.

Portanto, se puderem aprender a gerir suas emoções e expandir seus limiares para as frustrações, poderão fazer coisas incríveis e revolucionar o mundo. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 20 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 18 de maio de 2017

#138 - Repetição



Texto extraído do portal Café Brasil fala sobre a Lei dos 20 Quilos.

Um professor fez um experimento social com 2 grupos distintos em sua aula de argila.

Ao primeiro grupo, deu um prazo de 3 meses para entregar o melhor vaso de argila possível. A nota seria proporcional à qualidade do vaso.

Ao segundo grupo deu o mesmo prazo, mas com a orientação de entregar 20 quilos de vasos de argila. 

Ao final do período, o melhor vaso veio do segundo grupo, que teria de entregar 20 quilos de vasos, justamente daqueles que não tinham como meta a qualidade.

A constatação que pode ser feita é que a repetição foi o caminho da maestria. Como cada vaso pesa menos de 500 gramas, o pessoal tinha de todos os dias trabalhar na fabricação dos vasos. 

O primeiro grupo dedicou-se ao perfeccionismo. O segundo, à repetição. E como diz o jargão americano, "the practice makes perfect". 

Luciano Oliveira
Curitiba, 18 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 11 de maio de 2017

#131 - Gente de convence


Extraído do livro "Gente de Convence", de Eduardo Ferraz, as 10 ferramentas que fazem a diferença na hora de ser mais firme e convincente:

  1. Aproveite o seu perfil de convencimento. Existem 6 tipos de perfis que podem ser avaliados neste link
  2. Fale sobre sua vida, conhecimento e experiências.
  3. Demonstre confiança e assuma a responsabilidade.
  4. Abra espaço para ser questionado.
  5. Use o bom humor
  6. Demonstre humildade, mas evite o coitadismo
  7. Explique como resolverá os problemas/necessidades do outro
  8. Ofereça valor, não preço
  9. Ofereça uma amostra grátis
  10. Use "E" em vez de "OU"

Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 28 de abril de 2017

#118 - Money


A seção de Economia da UOL adaptou um artigo da Business Insider, que no jargão popular "joga para a torcida". 

Ser rico é algo desejado pela maioria. Afinal, todo mundo tem um plano para os milhões que viesse a ganhar na Loteria, mesmo nunca tendo jogado. O dinheiro em abundância mexe com a imaginação.

O artigo destaca 10 comportamentos que afastam a possibilidade de angariar uma grande bolada.

  1. Trabalhar duro, mas de maneira não inteligente. Tanto quanto trabalhar muito, saber investir é fazer o dinheiro gerar mais dinheiro.
  2. Pensar apenas em economizar, ao invés de ganhar mais. Concentrar em aumentar a renda é mais eficaz que reduzir os gastos.
  3. Ganhar mais do que gasta é um óbvio comportamento destrutivo. Num país com os juros mais altos do mundo como o Brasil, ser devedor é um péssimo negócio.
  4. Contentar-se com um salário estável. Pessoas ricas preferem receber pelos resultados que geram, ao invés de apenas serem compensados pelas horas trabalhadas. 
  5. Investimento tardio. Quem demora muito para investir perde o maior dos benefícos: a mágica dos juros compostos. Em média, milionários investem 20% do que ganham.
  6. Perseguir o sonho de outra pessoa, e não o seu. 
  7. Raramente sair da zona de conforto. Quem for acomodado nunca terá mais. Pessoas ricas enfrentam as incertezas, medos e correm riscos. 
  8. Não ter metas para seu dinheiro. 
  9. Gastar antes e poupar o que sobrar.
  10. Achar que ficar rico não é um plano para si mesmo, e que isto é coisa de sortudos. 
Apesar do assunto em questão poder diferir um pouco do tema deste blog, as recomendações acima tocam numa questão muito importante: a mudança de postura em relação à vida. E isto tem muita relevância.

Luciano Oliveira
Curitiba, 28 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 23 de abril de 2017

#113 - Sorria


"O sol é para as flores o que os sorrisos são para a humanidade."
 - Joseph Addison -

Um ambiente de trabalho agradável pode ser um grande fator de retenção de talentos. Compreender tal afirmação contribui para a melhor produtividade. Tem sido comprovado através de inúmeros estudos que resultados superiores são atingidos através de funcionários, felizes, motivados e engajados. 

Um ambiente carrancudo produzirá algozes e vítimas. Ao invés de focar demasiadamente na competição, resultados mais sustentáveis se dão em locais onde as pessoas são desafiadas a aperfeiçoarem a si mesmas, e enxergando que a contribuição que dão todos os dias faz realmente a diferença.

Luciano Oliveira
Curitiba, 23 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 19 de abril de 2017

#109 - Tchau!



5 motivos pelos quais os melhores abandonam o barco, segundo a Revista do RH:

1. Trabalho em excesso
2. Falta de reconhecimento
3. Gestão indiferente 
4. Promessas vazias aliadas à falta de expectativas
5. Falha no recrutamento e promoções

Luciano Oliveira
Curitiba, 19 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 18 de abril de 2017

#108 - Menos é mais

Um artigo de Greg Mckeown faz uma pergunta intrigante:

Por que pessoas e organizações bem-sucedidas não se tornam automaticamente muito bem-sucedidas? 

O link para esta reflexão encontra-se aqui.

Existe um paradoxo que busca explicar esta questão, conhecido como o Paradoxo da Claridade. Ele afima:

  • Fase 1: Quando temos uma clareza de propósito, temos o caminho do sucesso.
  • Fase 2: Quando temos sucesso, abrem-se mais caminhos, opções e oportunidades.
  • Fase 3: Ao aumentar a quantidade de opções e oportunidades, os esforços começam a ser mais difusos.
  • Fase 4: Esforços difusos minam a claridade que em um momento nos dirigiram ao sucesso da Fase 1.

Ou seja, curiosamente o sucesso passado pode ser o catalisador do fracasso futuro. Isto ocorre quando se faz a busca indisciplinada por mais. O sucesso pode ser tornar uma grande distração. 

Assim, as respostas para o anseio de manter o momentum pode residir nas seguintes atitudes:

1. Utilizar critérios extremos

Assim como eliminamos as roupas do closet, deve se perguntar: Realmente preciso disso? É necessário fazer uma assepsia emocional. Existe o conceito do Ponto Mais Alto de Contribuição. É exatamente o ponto de intersecção entre minha Paixão, minha Vocação e minha Contribuição. 

2. Perguntar "O Que é Essencial" e eliminar o resto

Comece conduzindo uma auditoria em sua vida. Todos os sistemas humanos são conduzidos à desorganização. Encontre o que é essencial e jogue fora o resto. Na sequência, somente adicione uma nova atividade após ter eliminado uma anterior. Esta regra simples irá proporcionar que você apenas adicione uma atividade que tenha uma valor maior que aquela que foi substituída. 

3. Se precaver acerca do efeito de doação

As coisas tendem a possuir maior valor quando estamos próximos a nos desafazer delas. Uma proposta feita por Tom Stafford para resolver este impasse é perguntar "Se não tivesse este item, quanto estaria disposto a pagar para tê-lo?". O mesmo vale para oportunidades na carreira.

Se o sucesso é o catalisador do fracasso pela perseguição indisciplinada por mais, então um simples antídoto é a disciplinada perseguição por menos. Não apenas saindo dizendo "Não" por aí, mas eliminando estrategicamente as coisas não-essenciais, constantemente reduzindo, focando e simplificando. Eliminar os desperdiçadores de tempo, mas também cortar formidáveis oportunidades que possam aparecer. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 18 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

#47 - Desempenho



Nos anos 80, umas das primeiras pesquisas sobre o sucesso empresarial foi realizada. Uma amostra de 62 empresas foi colhida pela Peters & Waterman, e que representava 6 setores de atividades de impacto na economia americana. 

O estudo identificou 8 atributos distintos de empresa de alto desempenho:


  1. Firme disposição para agir e fazer as coisas até o fim;
  2. Ao lado e junto com o cliente;
  3. Autonomia e iniciativa dos colaboradores;
  4. Produtividade por meio das pessoas; 
  5. Orientação por valores;
  6. Ater-se ao conhecido;
  7. Formas organizacionais simples e equipes dirigentes pequenas;
  8. Centralizadas e descentralizadas  ao mesmo tempo. 



Luciano Oliveira
Curitiba, 16 de fevereiro de 2017.
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 4 de fevereiro de 2017

#35 - Aprendizagem


4 estilos de aprendizagem, de acordo com o livro "Técnicas Eficazes para Apresentações de Sucesso - Andrew Bradbury".


  • A Tartaruga: que gosta de uma forte base teórica.
  • O Filósofo: que aprende a partir de evidências práticas.
  • A Lebre: que prefere aprender com a experiência prática.
  • O Empreendedor: que não está interessado em nada, a não ser em fatos crus.


A Tartaruga

  • Estilo pessoal: Tem discurso lento mas interessante. Tem ritmo lento mas não compreensão lenta. Evita o contato visual, raramente fala voluntariamente. Tenta encaixar todas as informações novas em uma base de conhecimento existentes. 
  • Lema: Hoje é meramente a continuação de ontem.
  • Para criar confiança: Fale bem lentamente. Não tente fazer contato visual. Sorria bastante - mas procure ser sincero.
  • Estilo de apresentação: Estrutura clara, lógica. Fragmentada, baseada em princípios básicos. Afirmações de apoio com exemplos e evidências típicas. 


O Filósofo

  • Estilo pessoal: Tem discurso lento com pouca variação de tom de voz ou expressão facial. Evita o contato visual. Tem postura rígida. Tem pouca probabilidade de falar, mesmo para fazer uma pergunta de esclarecimento.
  • Lema: O mundo seria um lugar muito melhor se não fossem as pessoas.
  • Para criar confiança: Fale bem lentamente. Evite fazer contato visual, gesticulando ou falando com animação. Mostre respeito pelos altos padrões.
  • Estilo de apresentação: Fragmentada, usando fatos bem pesquisados, precisos. Muitos exemplos e evidências típicas. Demonstrações sempre que possível (e adequado).

A Lebre

  • Estilo pessoal: A fala é rápida e forçada, mas cuidadosamente controlada (pode ser monótona). Pode parecer ruidoso e abrupto, até mesmo agressivo. Mantém contato visual prolongado. Postura formal, contida.
  • Lema: Qualquer um que ainda trabalhe aos 40 anos é um fracasso.
  • Para criar confiança: Fale bem rapidamente, usando uma linguagem direta, descomplicada. Mantenha um contato visual constante. A todo custo evite conversa fiada.
  • Estilo de apresentação: Seja breve e sucinto. Sintetize - dê uma visão geral e alguns fatos bem escolhidos. Fundamente as declarações com fatos, dados e estatísticas.

 

O Empreendedor

  • Estilo pessoal: Pode se tornar obcecado pelo Quadro Geral. É direto, até mesmo forçado, mas não agressivo. Apresenta postura entusiástica e amistosa e em relação à vida e às pessoas.
  • Lema: Se funciona, é bom. Se não, siga em frente.
  • Para criar confiança: Fale rapidamente, usando uma linguagem animada e contando casos. Varie seu tom de voz e adote uma atitude otimista. Seja dinâmico e entusiasmado. Trate sempre o empreendedor pelo nome.
  • Estilo de apresentação: Sintetize e evite todos os detalhes desnecessários. Tente encontrar algo incomum em relação ao assunto. Apresente-se de um modo entusiasmado e animado. Ilustre seus pontos de vista com exemplos e histórias.

 

Luciano Oliveira
Curitiba, 4 de fevereiro de 2017.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

#4 - Duração e Impacto



Duração e Intensidade. Duas variáveis fundamentais na carreira de um líder. Muitos líderes possuem alta capacidade de trabalhar anos a fio num projeto, empresa, igreja ou organização social. Geram resultados medianos em algum tempo, e eventualmente algum resultado de maior impacto. São os tipo corredores de maratona.

Outros líderes possuem um perfil mais intenso. Tiros curtos, buscando alto impacto. Resiliência não é sua força principal. São como lutadores de MMA. Treino intenso para uma luta que pode durar 30 segundos, e gerar milhões em receita. 

Considero como Impacto a relação de duração x intensidade. Porém, intensidade tem mais peso do que a duração. Pense em Usain Bolt na final olímpica dos 100 metros rasos, e no vencedor da maratona. Qual é o mais emocionante, e atrai mais atenção?

Assim, talvez pudéssemos usar a relação:


Impacto = Duração + 2 x Intensidade

Jesus Cristo teve um ministério de 3 anos, e mudou o curso da história.

Alexandre, o Grande, faleceu aos 33, integrando os reinos do mundo existente debaixo do Império Grego.

É muito improvável (senão impossível) ter alta intensidade o tempo todo. A persistência, paciência, resiliência e perseverança são características muito importantes, mas é fundamental se envolver e liderar projetos onde se vai entregar resultados relevantes de alto impacto, que irão alterar positivamente o ambiente, e mudar a vida de pessoas as redor.  E isto só se poderá quando se fizer com alta intensidade.

"Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma." - Eclesiastes 9.10

 
Luciano Oliveira
Olímpia, 4 de janeiro de 2017.