Mostrando postagens com marcador inovação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador inovação. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de julho de 2017

#188 - Iniciativa


"Somos treinados a nos adequar, não a nos destacar, e a maneira mais fácil de nos adequarmos é nunca iniciar. Não verbalize. Se vir algo, não diga nada. Na verdade, passamos a maior parte dos nossos dias esperando permissão para começar."
- Seth Godin - 


Luciano Oliveira
Curitiba, 7 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#187 - Seth Godin



Seth Godin é um empreendedor do marketing digital, expoente da Nova Economia. Em seu livro "Quebre as Regras e Reinvente", ele faz uma pergunta crucial para o novo perfil de profissional:

"Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?"

Dentre seus inúmeros insights, ele diz: 

"A iniciativa é a base da nova economia conectada. Não são mais o dinheiro, acesso nem o poder organizacional."

"O desafio não é aperfeiçoar sua capacidade de saber quando começar e quando esperar. O desafio é criar o hábito de começar."

"A natureza humana diz que precisamos de um mapa. Se você tiver coragem suficiente para desenhar um, as pessoas o seguirão."

"Agora é melhor do que daqui a pouco."

"Rejeite a tirania de ser escolhido. Escolha você mesmo."

"A maioria dos funcionários pode lhe dar uma longa lista de coisas que não são autorizados a fazer. Listas de coisas proibidas existem em escolas, em relacionamentos, em empregos. O parque perto de minha casa não permite a entrada de cães, não-residentes ou festas de aniversários. É interessante que a lista de coisas permitidas seja mais difícil de lembrar e escrever. Acho que temos medo de toda a liberdade que temos e do que se espera que façamos com essa liberdade."

"A curiosidade não é alérgica a falhas. Ela nos leva à casa mal-assombrada, porque a excitação está no inesperado, no que não é seguro."

"Se não há uma resposta certa clara, talvez você tenha de fazer algo novo. Algo novo é, muitas vezes, o caminho certo quando o mundo é complicado."

Citando Richard Feynman, que diz: "Eu não sei qual é o problema com as pessoas: elas não aprendem pelo entendimento, mas de outro jeito - pelo hábito ou algo assim. Seu conhecimento é tão frágil."

"A mudança é algo poderoso, mas sempre vem com o fracasso como companheiro. "Pode ser que isso não funcione" não é somente algo a ser tolerado, é também algo que você deve buscar.

"Simplesmente começar sem terminar é só alardear, parar, ou seja, uma perda de tempo."

"Em todos os empregos de que gostei, encontrei uma cultura em que a chama da iniciativa era valorizada. Infelizmente, muitos lugares estão parados na cultura da repetição."

"Não estou encorajando-o a ser audacioso e correto. Não estou encorajando-o a achar maneiras de sempre iniciar ideias inteligentes, comprovadas e lucrativas. Estou simplesmente encorajando-o a iniciar. Frequentemente. Para sempre. Seja aquele que inicia as coisas."


Luciano Oliveira
Curitiba, 6 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#186 - Ideias


"Ideias que se espalham vencem, mas ideias que não são ditas sempre fracassam."
- Seth Godin -



Luciano Oliveira
Curitiba, 5 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 21 de julho de 2017

#181 - Criatividade


Como as boas ideias nascem, por Murilo Gun:

1. Da intenção de fazer diferente
2. Da combinação de inputs de diferentes universos
3. Da incubação das ideias (processamento inconsciente)
4.  Da empatia obsessiva por corrigir uma 'dor' alheia
5. Do uso inteligente das suas habilidades únicas



Luciano Oliveira
Curitiba, 30 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 20 de junho de 2017

#171- Inovação


Seriam 3 as etapas dos processos de inovação, segundo o Empretec do Sebrae:

1. Levantamento das oportunidades

  • Enxergar além do que está visível.
  • Ser visionário na busca de novos mercados, produtos, processos e serviços.
  • Encontrar novos canais de distribuição de produtos e serviços, assim como modelos diferentes de negócios.
  • Identificar necessidades do cliente, sabendo escutá-lo de modo atento e sistemático.
  • Compreender ameaças e oportunidades sinalizadas pelo mercado. 
  • Identificar sinais que podem implicar em mudanças nos seus produtos e no seu negócio.
  • Identificar formas de eliminar desperdício de forma sustentável, reduzindo o tempo, a necessidade de espaço, o gasto com materiais e energia.
  • Comparar-se com os concorrentes permanentemente em pontos críticos como serviço, qualidade, custo e tempo de entrega.
  • Buscar fontes de informação confiáveis, como feiras, especialistas, consultores, revistas, jornais e sites.

2. Seleção de uma ou duas oportunidades para avaliação

Passar as ideias através de um crivo sistêmico, analisando sua viabilidade e a coerência com a estratégia da empresa.

3. Definição de recursos

Planejamento dos recursos necessários, preparação para o lançamento, compartilhamento da visão. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 20 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 17 de junho de 2017

164 - Revisitando Modelos de Negócios



Adaptado do livro "O Navegador de Modelos de Negócios", Alta Books.

Revisitando os modelos de negócios

O atual modelo de negócios de uma empresa se torna tangível quando descrito em 4 dimensões - o cliente (quem?), a proposta de valor (o quê?), a cadeia de valor (como?), e o mecanismo de lucro (por quê?). 

Um modelo de negócios fornece uma imagem holística de como uma empresa cria e captura valor definido. Inovar significa modificar ao menos 2 das 4 dimensões explicitadas acima

Um dos principais desafios da inovação do modelo de negócio é superar a lógica dominante da empresa e de sua área de atuação. 

Empresas que outrora eram bem-sucedidas em suas áreas de atuação (Kodak, Agfa, AEG, Nokia), não conseguiram ajustar seus modelos de negócio ao ambiente em mudança a ser redor. 

Pesquisas empíricas demonstram inequivocamente que a inovação do modelo de negócio carrega um maior potencial para o sucesso do que a mera inovação de produtos ou de processos. Um estudo do Boston Consulting Group mostrou que, durante um período de cinco anos, os modelos de negócios inovadores foram 6% mais rentáveis do que seus contemporâneos que estavam criando novos produtos e processos. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 13 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#163 - A Nova Economia



Realidades sobre a Nova Economia:

  • A Amazon se tornou a maior vendedora de livros do mundo, mesmo sem possuir uma única loja física.
  • A Apple é a maior varejista de música, apesar de não vender CDs.
  • A Pixar ganhou onze Oscars nos últimos 10 anos, sem que haja um único ator humano em qualquer um de seus filmes.
  • A Netflix reinventou o aluguel de vídeos, apesar de não possuir nem uma única loja física.
  • O Skype é a maior operadora de telecomunicações em todo o mundo, ainda que não possua nenhuma infraestrutura de rede.
  • A Starbucks é a maior rede de cafeterias do mundo para vender produtos de café padronizados a preços mais elevados.
  • O Uber é o maior frotista do mundo, sem possuir um único veículo. Além disso, possui maior valor de mercado que a GM.
  • A Airbnb não possui uma propriedade sequer, e é a maior companhia de hospedagem do mundo, ultrapassando as mais tradicionais




Luciano Oliveira
Curitiba, 12 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#162 - Paranoia



Adaptado do livro "O Navegador de Modelos de Negócios", Alta Books.

Seja paranoico

 As consequências  para as empresas na corrida pela inovação são drásticas. O antigo ditado do The Boston Consulting Group sobre a ordenha de suas vacas tornou-se cada vez menos relevante hoje. Mesmo que sejam bem-sucedidas no momento, é importante que as empresas testem regularmente seu modelo de negócio. Um pouco de paranoia não faz mal nenhum e, como disse Steve Jobs, é crucial questionar os pilares do sucesso de hoje e preparar-se mentalmente para a morte de sua empresa, mesmo que ela esteja muito bem agora. Vivemos em uma era de vantagem competitiva temporal: o sucesso só pode ser mantido se suas raízes forem continuamente reexaminadas e nutridas. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 8 de junho de 2017

#159 - Inovação



Estamos no início do século XX. Você está bebendo uma boa xícara de café quentinho. Só que... não está tão boa assim. O pó do café fica grudado nos dentes, e o líquido é tão amargo que você contrai os lábios. Se não fosse pela cafeína, você não iria beber aquilo. Naquela época o café era preparado como o chá - mergulhando um saco de grãos moídos em água fervente. Era fácil errar a mão. 

Em 1908, uma alemã chamada Melitta Bentz cansou de tomar café amargo e cheio de pó. Convencida de que haveria uma forma melhor de preparar, ela começou a procurar melhor, em busca de ideias. Então, deparou-se com o papel mata-borrão no caderno de seu filho, que era feito para remover o excesso de tinta. Era grosso e absorvente e descartável. 

Arrancou uma folha de papel. Fez buracos com pregos em uma panela, a colocou sobre uma xícara, inseriu o papel, encheu com pó e derramou água quente. O resultado foi uma bebida suave e sem pó. Bentz tinha inventado o coador de papel. 

Todos queremos um flash de inspiração capaz de mudar o mundo - e impressionar nossos colegas. Queremos criar algo completamente novo. Mas ideias incríveis não surgem assim. A lição acima é que uma grande inovação é construída a partir de ideias já existentes, ressignificadas por uma visão.

- adaptado de "Sprint", de Jake Knapp


Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 27 de maio de 2017

#147 - Dores



A principal lição para quem quer empreender, mas ainda não sabe o que fazer é:

"Procure resolver uma DOR que as pessoas têm."

Um negócio somente poderá ser bem-sucedido se aliviar a dor de alguém. A dor é um eficaz motivador de movimento humano. E movimento gera riqueza. 


 

Luciano Oliveira
Curitiba, 27 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 9 de abril de 2017

#99 - Inovação


Ricardo Semler é um conhecido executivo brasileiro, que se tornou famoso nos anos 80/90 pela forma que gerenciava seus negócios. 

Avesso a forma de gestão vigente, o modelo 'taylorista-fordista', é um evangelista das formas disruptivas e inovadoras de administração. Segundo ele, as organizações de hoje trabalham ainda no mérito de "muita gente, muitos processos e uma linha de montagem". Diz que, como reflexo disso, a possibilidade de inovar dentro de uma empresa dos padrões atuais é de apenas 1%. 

Fundos de private equity dominam as empresas modernas. Buscam replicar formas de gestão idênticas. Muitas com sucesso até o momento, porém a custas de muita rotatividade. Alguns setores chegam a mais de 100% a troca de funcionários ao longo dos anos. 

Modelos atuais estão ultrapassados e não atendem aos anseios de novos profissionais que querem um ambiente mais flexível e humanizado. As organizações precisam ser mais desenhadas para as pessoas, ao invés de números. Em sua experiência, Semler conseguiu reduzir a rotatividade de sua empresa para 2%, tornando os funcionários responsáveis pela organização. Talvez não tenha conseguido atingir todos os seus objetivos, porém, sua ousadia e liderança para romper com os padrões atuais que estão amalgamados pelo capital, o tem feito ser ouvido por uma grande multidão.

Luciano Oliveira
Curitiba, 9 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 6 de março de 2017

#65 - Os cinco segredos da inovação


Os 5 segredos da inovação, segundo Andrés Oppenheimer:

1. Criar uma cultura de inovação

A cultura da inovação é um clima que produza um entusiasmo coletivo pela criatividade, e que valorize os os inovadores produtivos da mesma maneira que o futebolistas, desportistas e artistas. 

Lamentavelmente a América Latina tem uma média de 560 cientistas por milhão de habitantes, enquanto a Coréia do Sul  tem 5.451 investigadores científicos por milhão de habitantes, segundo o Banco Mundial.

2. Fomentar a educação para a inovação

Na região da América Latina há um déficit de capital humano para a inovação. Isto não é nenhuma novidade, já que a maioria dos estudantes de voltam para as matérias de humanidades e ciências sociais. Enquanto a Finlândia e a Irlanda possuem 25 graduados em engenharia por milhão de habitantes, no Chile há somente 8 engenheiros por milhão de habitantes. No México, 7, Colômbia 6, Argentina 5 e menos ainda no resto da região.

Uma das principais formas de fomentar a educação tecnológica é jogando. Segundo Bill Gates, as escolas deveriam mudar a abordagem de ensino com as crianças, tornando o ensino de ciências mais interativo, lúdico e atrativo.

3. Revogar as leis que matam a inovação

Os países latino-americanos devem diminuir leis que dificultam a abertura e fechamento de empresas, promover o respeito à propriedade intelectual e modificar a abordagem para não penalizar os que fracassam em seus empreendimentos. 

4. Estimular o investimento em inovação

O país que mais investe em inovação e desenvolvimento é Israel, que destina 4,3% de seu PIB nesta área. O Brasil destina 1%, e outros latinos menos que esta cifra. A maior parte do dinheiro distribuído pelo governo é feito através de universidades públicas, e não nas empresas privadas, que são as que mais conhecem o mercado.

5. Globalizar a inovação

Cada vez mais a inovação é um processo colaborativo. Hoja a China tem 441.000 estudantes universitários no exterior. Índia, 170.000. Coréia do Sul, 113.000. O Brasil possui 23.000 e a Argentina 9.000. Aplaudimos a globalização no futebol, mas não nas ciências. 

Andrés diz que no futuro os países não irão mais competir por territórios, mas por talentos. 

Luciano Oliveira
Curitiba, 6 de março de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

#55 - Progresso evolutivo


5 lições básicas para estimular o progresso evolutivo, segundo "Feitas para Durar - Collins e Porras":

1. Tente, e rápido

Não fique parado, principalmente na dúvida. Quando tiver dúvida, varie, mude, faça experiências, corrija, tente. 

2. Aceite o fato de que haverá erros

Erros e fracassos são parte do processo evolutivo. A fim de ter uma evolução saudável, é preciso fazer muitas experiências de vários tipos, ficar com as que dão certo e deixar o mais fraco morrer.

3. Vá aos poucos

É muito mais fácil tolerar experiências fracassadas quando elas não passam disso - são experiências, e não fracassos corporativos. Um segredo é descartar os fracassos tão logo eles sejam reconhecidos. 

4. Dê às pessoas o espaço necessário

Quando as pessoas têm espaço para agir, não se pode prever precisamente o que elas farão - e isso pode ser bom. As empresas visionárias empregam mais a descentralização e a autonomia operacional.

5. Dê as ferramentas e cobre resultados

Ferramentas incluem os recursos para chegada aos objetivos, mas também as métricas, os key performance indicators - KPIs. Segundo os autores do livro, a 3M, uma das empresas mais visionárias do mundo, não atira um bando de pessoas esperas numa panela e espera que algo aconteça. A 3M acende um fogo alto sob a panela e mexe bastante. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 24 de fevereiro de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 19 de fevereiro de 2017

#50 - Inovação



Inovação vem do latim innovatio, que se refere a uma ideia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com padrões anteriores.

Mudanças de era sempre foram provocadas por 3 fatores: uma nova fonte energética + nova forma de divisão do trabalho + nova organização de poder
 Há indícios de que a geração do século XXI poderia estar vivendo esta mudança de era. O petróleo começa a perder protagonismo para as energias renováveis. O empreendedorismo passa a ter uma relevância principal, já que na sociedade pós-industrial as relações de trabalho convencionais são enfraquecidas. E o mundo globalizado caminha para um sistema de governo onde nem esquerda, nem direita, detém as respostas necessárias para governar uma população mais esclarecida, informada e exigente.

É uma fase de mais perguntas que respostas. Porém, parte destas perguntas estão sendo respondidas pela tecnologia, que conecta e empodera as pessoas. O profissional do século XXI é aquele que saberá entender este novo tempo.

Luciano Oliveira
Curitiba, 19 de fevereiro de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

#40 - Carisma



Diálogo de Domenico de Masi a Maria Serena Palieri, em "O Ócio Criativo":

"Maria Serena: Numa empresa criativa é sempre necessária a presença de um líder carismático?
Domenico: Sim, um chefe que incuta entusiasmo, libere os grupos de dos procedimentos inúteis, gratifique os criativos, olhe para o futuro, promova a inovação, e tenha coragem de enfrentar o desconhecido."

Existem lições que podem ser extraídas deste pequeno mas valioso diálogo:


1. Entusiasmo

O entusiasmo é o combustível para uma vida bem-sucedida. É raro ver alguém que faz algo que não gosta de maneira excelente, e por muito tempo. O entusiasmo é como uma faísca que que acende o estopim do bom ambiente de trabalho.


2. Libertar de procedimentos inúteis

Quanto mais pessoas existem na organização, e mais tempo passam no escritório, maior possibilidade há de existir regras esquisitas e procedimentos "exóticos", assim como a presença de microgerenciamento. Um bom líder deve liberar o potencial criativo do grupo, e o primeiro passo é removendo obstáculos tolos e sem sentido.


3. Gratificação

Um equívoco é tratar diferentes como iguais. A média cai, e o grupo desmotiva. Afinal, faz parte da fisiologia humana economizar energia e se posicionar na zona de conforto. A celebração deve ser vista como um ritual importante na busca por resultados.


4. Olhar para o futuro


O líder precisa fornecer a visão de um caminho para um destino melhor ao grupo. Nada mais motivador que trabalhar num propósito digno e nobre, principalmente se este ficar marcado para a posteridade.


5. Inovação

Inovar é melhorar a forma costumeira de se fazer as coisas. Empresas e profissões estão numa dinâmica sem precedentes. Fortunas são criadas e perdidas da noite para o dia. Portanto, o mundo irá favorecer os mais rápidos em detrimento aos mais lentos, e os mais ágeis em comparação aos mais fortes.

A Universidade de Oxford publicou uma pesquisa, onde dizia que 50% dos trabalhos atuais seriam substituídos por um robô nos próximos 20 anos. A pesquisa encontra-se neste link.

"Aqueles que  assimilam rapidamente as novas categorias projetam o futuro inclusive para os demais. Os outros são perdedores, equivalem ao povo da Trácia, quando Roma imperial dominava o mundo."

6. Coragem

Me recordo da visita que fiz a Lisboa em 2016. Nesta bela cidade europeia, é possível respirar as viagens feitas pelos navegadores do século 16. Tiveram coragem para assumir os riscos, sabendo que haveriam recompensas formidáveis aos seus esforços. Não tiveram medo de encarar o desafio, e por isso são lembrados 500 anos depois.


Luciano Oliveira
Curitiba, 9 de fevereiro de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br