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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

#193 - Metanoia


"E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia; E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus."
  - Mateus 3:1,2 -



E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia,
E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.
Mateus 3:1,2
E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia,
E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.
Mateus 3:1,2
E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia,
E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.
Mateus 3:1,2
Arrependei-vos: do grego metanoeo. De meta (depois), e noeo (pensar). O arrependimento é uma decisão que resulta em uma mudança de ideia, que, sucessivamente, leva à mudança de objetivo e ação. 

O termo metanoia foi popularizado por Tom Peters, em seu livro "A Quinta Disciplina". Ele denominou a metanoia como um "Shift of Mind", ou mudança no modo de pensar. Assim como o arrependimento pregado por São João Batista, é uma mudança de ideia que leva à mudança de objetivo, ação, hábitos e consequentemente, o destino. Isto aplicado às organizações, as transformariam em sistemas com habilidades de aprendizagem mais rápido que suas concorrentes.


Luciano Oliveira
Curitiba, 12 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#192 - Estilos de liderança



Quatro estilos de liderança, adaptados conforme a motivação e competência do colaborador:

1. Liderança diretiva: em casos onde o liderado tem baixa motivação e baixa competência.
2. Coach diretivo: quando há alta motivação, mas baixa competência.
3. Participativo: onde há baixa motivação, mas alta competência.
4. Delegativo: onde a alta motivação e alta competência se encontram.

Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 25 de julho de 2017

#184 - Equipes, por Washington Olivetto


Conselhos do publicitário Washington Olivetto para gestão de equipes:

1. É muito melhor ser co-autor de muitas coisas bacanas, que um autor solitária de uma coisa medíocre. Uma das grandes pragas de uma empresa é a competição interna.

2. Ser corajoso é muito importante, desde que não seja inconsequente com os riscos. A aventura pode ser louca desde que o aventureiro seja lúcido. 

3. A empresa precisa ter altos índices de felicidade per capita. 

4. Como diretor, ele precisa ter a capacidade de julgar o trabalho de sua equipe. Se estiver bom, não dar palpite nenhum.

5. De vez em quando, ele tem de fazer uma mágica. Uma campanha espetacular, só ele, para que seus subordinados olhem e digam: "Puxa, eu trabalho com este cara."



Luciano Oliveira
Curitiba, 3 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 20 de julho de 2017

#180 - Integridade


Extraído do livro "Liderança e Integridade", de Ronaldo Lidório, que diz que algumas atitudes nossas em especial são fundamentais na construção de nossa integridade:

1. Calar-se em momento oportuno. Diziam que Abraham Lincoln, ao dialogar com alguém, gastava 1/3 do tempo pensando no que falar, e 2/3 pensando no que o outro falava.
2. Não negociar a verdade. O mesmo Lincoln dizia que "ao deixar o escritório, queria sair com um amigo fiel ao seu lado - sua consciência."
3. Assumir a responsabilidade. François La Rochefoucauld dizia que "quase todas as nossas falhas são mais perdoáveis do que os métodos que concebemos para escondê-las."
4. Aprender com os erros. A integridade é um hábito que se ganha na rotina diária. E abandonar o criticismo é fundamental para uma vida íntegra e feliz. Ronaldo Lidório diz não conhecer pessoas críticas felizes.
5. Cuidar do próprio coração. Lincoln dizia que "o caráter é como uma árvore e a reputação a sombra. A sombra é o que nós pensamos sobre isso. A árvore é a realidade."



 

Luciano Oliveira
Curitiba, 29 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#179 - A Força



Lições de Ilona Szabó como gestora de grupos:

1. Aprenda a delegar: pessoas devem ser células autônomas operando um superconjunto de forças.
2. Respeito os limites de cada um: evite a cultura de sangue, suor e lágrimas.
3. Trabalhe sem competir: ao invés disso, colabore. 
4. Busque autoconhecimento: cada decisão deve estar alinhada com seu propósito, e não com o ego. 
5. Seja leve: Escute, ceda, e seja gentil.


Luciano Oliveira
Curitiba, 28 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 22 de junho de 2017

#173 - Voluntariado



Bill Hybels é um expoente líder cristão, pastor sênior da Willow Creek Church, nos EUA. Dentre suas incontáveis contribuições, ele desenvolveu o Leadership Summit, evento mundial para a área de liderança, que acontece inclusive em várias cidades do Brasil. 

Certa vez lhe perguntaram o seguinte:

"Como você tem coragem de pedir que pessoas tão atarefadas no trabalho ou em casa se envolvessem como voluntárias na igreja? Você não se sente culpado por fazer isto?"  E seguindo, acrescentou: "Não é justo sobrecarregar esta gente!"

O pastor Bill demonstra razões ainda mais lógicas para esta inquietude pertinente. Diz que a realização de nossa vida se dá quando a missão de Deus para nós é identificada como nosso maior sublime propósito. E acrescenta um dos muitos e-mails que recebe de seus voluntários:

"Três anos atrás você me lançou o desafio de trabalhar como voluntário. A princípio, hesitei; mas você não desistiu. Hoje, não sei como lhe agradecer. O significado que tenho na vida, a sensação de domínio que sinto, as amizades que tenho feito, o crescimento espiritual que tenho experimentado - tudo isso está ligado diretamente ao fato de eu ter encontrado o meu lugar adequado para servir. Serei grato a você pelo resto da vida por ter-me convidado a participar do jogo."

E o Pr. Bill conclui
"É muito mais divertido ser participante que espectador."



Luciano Oliveira
Curitiba, 22 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 5 de junho de 2017

#156 - Sucesso



Segundo Richard St. John, o sucesso é uma jornada constante. Se pararmos de tentar, falharemos. 

Ele oferece um conceito de que o sucesso é feito de 8 partes fundamentais:
  1. Paixão
  2. Trabalho duro
  3. Foco
  4. Cobrar a si mesmo e a outros
  5. Ter grandes ideias
  6. Fazer melhorias constantes
  7. Servir aos outros
  8. Persistir

Luciano Oliveira
Curitiba, 5 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#155 - Líderes que inspiram


Segundo Simon Sinek, os maiores líderes e as maiores companhias são aqueles que constantemente refletem nas razões e motivações em porquê fazem o que fazem, ao invés de simplesmente continuar fazendo. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 4 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 16 de maio de 2017

#135 - Incerteza



Marcelo Cardoso é CEO da consultoria americana Metaintegral Associates, com o objetivo de ajudar empresas no desenvolvimento de práticas alternativas de gestão de pessoas.

Em uma entrevista para a Revista FAAP, ele diz que vivemos na Era da Incerteza. Nesta era é marcada grandemente pela Volatilidade

O termo volatilidade é utilizado bastante na física, que descreve substâncias com alta capacidade de evaporação. A analogia é feita com o mundo atual, onde o ambiente das organizações muda constantemente. 

O exército americano possui um termo bastante apropriado para um momento como este: VUCA - volatility, uncertainty, complexity, ambiguity).

A formação tradicional guiou-nos através de um pensamento linear. Porém, a exigência é sobre pessoas que atacam a complexidade, diversidade e incertezas. Assim, ele recomenda investir em autoconhecimento, fazer leituras e viagens fora do óbvio e falar com pessoas que você não falaria habitualmente, a fim de descobrir um novo jeito de pensar.


Luciano Oliveira
Curitiba, 15 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 5 de maio de 2017

#125 - Era do Conhecimento



As Eras do Trabalho

A Era Industrial foi um período onde as pessoas consideravam o trabalho como um sobrevivência. Ela iniciou com a Revolução Industrial, e durou até o advento e popularização da Internet.

A Era da Informação tem durado poucas décadas, e é caracterizada pela popularização em massa da informação. Como a qualidade de vida das pessoas melhorou muito com a Era Industrial, na Era da Informação as pessoas começam a buscar mais significado no trabalho. Espera-se que a empresa seja fonte de felicidade e satisfação.

A Era do Conhecimento tem se iniciado a fim de organizar a grande nuvem de informação disponível, na tentativa de dar utilidade prática. Os profissionais desta era serão aqueles que trazem soluções para a sociedade. Já não serão mais parte do problema, mas da solução. Por isso, irão encontrar recompensa financeira e satisfação pessoal. 

Luciano Oliveira
Curitiba, 5 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 4 de maio de 2017

#124 - Grande trabalho, grande carreira



Extratos do livro "Grande Trabalho, Grande Carreira", de Stephen Covey e Jennifer Colosimo.

"Uma grande carreira tem a ver com solucionar grandes problemas, encontrar grandes desafios e dar grandes contribuições."

"Além do mais, subir a escada corporativa não é o único caminho para uma carreira de sucesso. Há alternativas significativas ao para 'cima ou rua'. Você define sua própria grande carreira em termos do que seja uma vitória para você."

"Falando do trabalho de sua vida, os franceses usam a palavra métier, que originalmente significa 'ministério' ou 'serviço'. É uma boa palavra. Ela contém ecos de doar a si mesmo, servindo às necessidades dos outros e encontrar a satisfação que deriva de proporcionar serviços reais significativos."

"Empregados medíocres são maus líderes, fracos em trabalho de equipe. Eles são deixados de lado nos aumentos e nas promoções. Geralmente, são frustrados e entediados. Eles encontram pouca ou nenhuma satisfação em seu trabalho. Então por que não se empenhar na excelência? Você vai contribuir mais. Você se sentirá melhor. Você ganhará mais dinheiro. Você gerará maior credibilidade e terá maiores oportunidades."

"A Era do Conhecimento é uma era de turbulências e incertezas"

"Não há escassez de problemas, apenas de respostas."

"A Era do Conhecimento nos desafia a olhar para as necessidades humanas, pobreza, incompreensão, dor, ignorância e medo e a dizer ao mundo: 'Não precisa ser assim'."

"Já estamos tão ocupados tentando terminar o dia e trabalhando febrilmente no emprego atual, que nunca nos damos um tempo para mapear o que nós realmente gostaríamos de fazer."

"Os que criam uma grande carreira para si mesmos são aqueles que conseguem o tempo  para definir  sua contribuição e planejam como vão realizá-la".

"Um dos grandes dilemas humanos de nossa era refere-se ao desperdício de potencial humano."

"No futuro haverão cada vez menos empregos onde você venda o seu tempo."

"Na Era Industrial, as pessoas simplesmente perguntavam: Qual a descrição de minha função? Agora, de acordo com Peter Drucker, trabalhadores da Era do Conhecimento devem aprender a perguntar: Qual deve ser a minha contribuição?"

"Muitos trabalhadores ficam tão inseguros no trabalho que passam uma boa parte do dia fingindo trabalhar. Isto gera mais estresse negativo que trabalhar em excesso. O resultado é uma grave, porém oculta, depressão no escritório."

"A menos que você invista em sua carreira, você sempre se encontrará subempregado, frustrado e, talvez, oprimido pela culpa."

"Você não é a sua função."

"A ferramenta mais importante que você pode ter hoje, em negócios, é uma curiosidade insaciável. No momento em que você a perde, você está acabado."

"Você tem que possuir uma mentalidade de um solucionador de problemas, continuamente fascinado por novos desafios."

"Muitas pessoas estão desligadas de seu trabalho; elas não estão nem realizadas, nem excitadas. Mais que tudo, elas se sentem impotentes para mudar qualquer coisa e culpam a organização, o chefe, a falta de autoridade ou o fato de que ninguém está contratando."

"Muitas pessoas estão congeladas, inativas, esperando por seu chamado, sua vida melhor."

"Se você pode ajudar seu empregador a vender, suas chances de vencer disparam."

"Quanto mais orientado para soluções você se tornar, mais valor você terá."

"Você não pode realizar sozinho algo realmente valioso."

"Os entrevistadores não perguntam mais se você tem as habilidades de que precisam - eles agora pedem que você diga quais ocasiões específicas em que você usou suas habilidades. Você deve estar preparado para contar uma história rápida sobre esta experiência."

"Independentemente do emprego que você tem, você pode vir a amar o seu trabalho e fazer uma grande carreira, exatamente onde está. É uma questão de mentalidade."

"Ao invés de pensar positivamente, pense significativamente."

"Não importa em que emprego você esteja, você deve constantemente recriá-lo - ou você se tornará irrelevante bem rápido."

"Um caminha fácil produz pouca força de caráter ou capacidade."

"A única carência de oportunidades está em sua mente."

"O velho paradigma da Era Industrial diz que você está à mercê da economia, do mercado, de seu chefe, da descrição da sua função, dos procedimentos operacionais padrão e de tudo mais que o faz uma vítima. Por outro lado, na Era do Conhecimento, você não procura por um emprego, você procura por um problema significativo para solucionar, uma oportunidade excitante da qual poderá tirar proveito."

"É impossível ter uma grande vida, sem que ela seja uma vida significativa. E é muito difícil ter uma vida significativa, sem um trabalho significativo."

Luciano Oliveira
Curitiba, 4 de maio de 2017 
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 23 de abril de 2017

#113 - Sorria


"O sol é para as flores o que os sorrisos são para a humanidade."
 - Joseph Addison -

Um ambiente de trabalho agradável pode ser um grande fator de retenção de talentos. Compreender tal afirmação contribui para a melhor produtividade. Tem sido comprovado através de inúmeros estudos que resultados superiores são atingidos através de funcionários, felizes, motivados e engajados. 

Um ambiente carrancudo produzirá algozes e vítimas. Ao invés de focar demasiadamente na competição, resultados mais sustentáveis se dão em locais onde as pessoas são desafiadas a aperfeiçoarem a si mesmas, e enxergando que a contribuição que dão todos os dias faz realmente a diferença.

Luciano Oliveira
Curitiba, 23 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 22 de abril de 2017

#112 - Bye


No dia 19/4 falei do artigo da Revista do RH que aponta 5 motivos pelos quais o melhores saem. 

A Forbes publicou informações bastante intrigantes, que ratificam outras tantas pesquisas sobre o mesmo tema. Ao entrevistar empregados em empresas americanas, puderam fazer as seguintes constatações:
  • Mais de 30% dos empregados acreditam que estarão em outro lugar nos próximos 12 meses;
  • Mais de 40% não respeitam as pessoas as quais eles se reportam; 
  • Mais de 50% dizem ter valores diferentes de seus empregadores;
  • Mais de 60% dizem que sentem que seus planos de carreira não estão alinhados com os planos de seus empregadores;
  • Mais de 70% não sentem valorizados ou estimados por seus empregadores.

Por isso o artigo define seus 10 motivos pelos quais os melhores deixam a empresa:
  1. Os chefes falham em desencadear suas paixões
  2. Os chefes falham em desafiar seu intelecto.
  3. Falham em despertar sua criatividade.
  4. Falham em desenvolver suas habilidades.
  5. Falham em dar à eles uma voz.
  6. Falham no cuidado e na valorização pessoal.
  7. Os chefes falham consistentemente em liderar. 
  8. Falham em reconhecer suas contribuições.
  9. Falham em não aumentar suas responsabilidades. 
  10. Falham em manter seus compromissos e promessas. 

Luciano Oliveira
Curitiba, 22 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 20 de abril de 2017

#110 - Caráter e reputação


"As circunstâncias nas quais você vive determinam sua reputação.
A verdade na qual você crê determina o seu caráter.
Reputação é o que pensam a seu respeito.
Caráter é quem você é.
Reputação é a sua fotografia.
Caráter é a sua face.
A reputação fará de você rico ou pobre.
O caráter fará de você feliz ou infeliz.
Reputação é o que os homens dizem a seu respeito no dia do seu funeral.
Caráter é o que os anjos falam de você perante o trono de Deus."

- William Hersey Davis - 


O caráter é desenvolvido através da prática da honestidade. Praticar a honestidade, ainda que doa, irá forjar um ser humano respeitoso e um líder admirável.

Luciano Oliveira
Curitiba, 20 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 19 de abril de 2017

#109 - Tchau!



5 motivos pelos quais os melhores abandonam o barco, segundo a Revista do RH:

1. Trabalho em excesso
2. Falta de reconhecimento
3. Gestão indiferente 
4. Promessas vazias aliadas à falta de expectativas
5. Falha no recrutamento e promoções

Luciano Oliveira
Curitiba, 19 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 15 de abril de 2017

#105 - Autenticidade



A Forbes publicou um artigo sobre 12 hábitos de pessoas genuínas.

  • Pessoas genuínas não querem fazer todos gostarem delas. Elas são o que são. Estão dispostas a algumas vezes tomarem decisão não tão populares.
  • Elas não são precipitadas no julgamento. São sempre dispostas a ouvir para formar uma opinião adequada. 
  • Fazem seus próprios caminhos. Não trilham seus passos conforme a satisfação e aceitação alheia. 
  • São pessoas generosas. Não retém o bem, e creem que a felicidade e alegria podem ser bens coletivos. 
  • Tratam todos com respeito. Acreditam que não existem pessoas umas melhores que as outras. 
  • Não são motivadas por bens materiais. Suas motivações vêm de dentro. 
  • São confiáveis. Clareza e transparência são suas características, cumprindo o que prometem.
  • São casca-grossa. Não saem por aí achando que há uma ofensa pessoal onde realmente não existe. Buscam encarar as críticas de forma construtiva. 
  • Deixam o telefone de lado. Numa conversação, interessam-se genuinamente por alguém. Perguntam, questionam, buscam extrair conhecimento do outro. Sabem sempre explorar as sinergias humanas. 
  • Não são dirigidas pelo ego. Como não são dirigidas pela admiração alheia, suas decisões são mais precisas. Fazem o que precisa ser feito sem ter de dizer: "Ei, olhe pra mim."
  • Não são hipócritas. Possuem coerência e caráter em suas atitudes. 
  • Não se gabam. Pessoas genuínas não precisam falar o tempo todo acerca de si e suas realizações. 

Luciano Oliveira
Curitiba, 15 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 14 de abril de 2017

#104 - Indicadores


Indicadores balizam o bom andamento das atividades. São como checkpoints. 

A Endeavor publicou os indicadores que avaliam o desempenho dos negócios:

  • Indicadores de produtividade: ligados aos recursos de empresa e sua relação com as entregas
  • Indicadores de qualidade: demonstram desvios e e não-conformidades com o processo produtivo.
  • Indicadores de capacidade: mostram a capacidade do processo.
  • Indicadores estratégicos: orientam a empresa em relação aos seus objetivos. 

Existem 5 indicadores utilizados pelas empresas de sucesso:
  • Indicadores de lucratividade: indica o resultado financeiro líquido da operação.
  • Ticket médio: ajuda a entender a dinâmica de vendas por três óticas: o cliente, a venda e o vendedor. 
  •  Nível de serviço em entregas: ajuda a entender se a cadeia de suprimentos funciona de forma eficiente. 
  • Taxa de sucesso em vendas: é a conversão dos esforços de prospecção em receita.
  • Índice de turnover: mede a quantidade de funcionários que entram e saem da empresa. Um alto turnover pode ser um indício de problemas com a liderança.


Luciano Oliveira
Curitiba, 14 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 12 de abril de 2017

#102 - Dória


João Dória, prefeito de São Paulo, está mesmo causando. 

Como se diz na gíria atual, mitou mais uma vez. Com uma invertida magistral, deu uma lição da Amazon.com, que buscava aumentar suas vendas através de críticas indiretas à sua gestão.


A lição que se pode ter é essa: críticas têm de ser feitas com RESPONSABILIDADE. A autoridade vem do preço que se paga por aquela relação. Só pode criticar quem está disposto a ajudar

Luciano Oliveira
Curitiba, 12 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 11 de abril de 2017

#101 - Desastre


Ontem viralizou um vídeo feito por diversos ocupantes do voo 3411 da United Airlines.

Para acomodar 4 membros da cia aérea, o comandante 'solicitou' voluntários para se retirarem do avião e cederem seus lugares. Começa aí uma sucessão de tragédias:

Tragédia 1: Planejamento

A cia aérea falhou no planejamento do voo, deixando poucas alternativas para que o problema fosse resolvido de forma menos penosa. 

Tragédia 2: O CEO

O Chief Executive Officer comunicou-se de forma desastrada e ineficiente, causando ainda mais furor na população. Colocou protocolos e processos acima da dignidade humana. Poupou esforços para ter o problema resolvido, oferecendo apenas USD 1.000 para mitigar um problema que pode resultar em perda de milhões de valor de mercado da companhia. 

Tragédia 3: Indiferença

A indiferença de boa parte dos passageiros, considerando que não tinham nada a ver com aquilo. Na verdade isto tem sido a tônica dos dias atuais. Se não me afeta, o problema simplesmente não existe.


 Tragédia 4: Os tripulantes que viajaram

Deve ter sido um voo engasgado, xarope, indigesto. Cada minuto passou como uma eternidade para todos os tripulantes. Mas é possível perguntar: afinal, por que os tripulantes não declinaram de viajar, em nome da dignidade e da honradez? Porque não cederam seus lugares aos passageiros que pagaram para estar ali? Por que não estipularam um limite na esculhambação?


Para refletir

Parece ter sido esta uma tempestade perfeita. Processos bem pensados, mas que escorregam ao negligenciar a ação humana. Pouca liberdade de agir com bom-senso, temor, medo, incerteza. Uma liderança alienada, e sentimentos alheios ignorados. Falta total de empatia. Por isso, mais do que nunca, é necessário uma nova visão de gestão de pessoas, que seja coerente com o que se prega.


Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 9 de abril de 2017

#99 - Inovação


Ricardo Semler é um conhecido executivo brasileiro, que se tornou famoso nos anos 80/90 pela forma que gerenciava seus negócios. 

Avesso a forma de gestão vigente, o modelo 'taylorista-fordista', é um evangelista das formas disruptivas e inovadoras de administração. Segundo ele, as organizações de hoje trabalham ainda no mérito de "muita gente, muitos processos e uma linha de montagem". Diz que, como reflexo disso, a possibilidade de inovar dentro de uma empresa dos padrões atuais é de apenas 1%. 

Fundos de private equity dominam as empresas modernas. Buscam replicar formas de gestão idênticas. Muitas com sucesso até o momento, porém a custas de muita rotatividade. Alguns setores chegam a mais de 100% a troca de funcionários ao longo dos anos. 

Modelos atuais estão ultrapassados e não atendem aos anseios de novos profissionais que querem um ambiente mais flexível e humanizado. As organizações precisam ser mais desenhadas para as pessoas, ao invés de números. Em sua experiência, Semler conseguiu reduzir a rotatividade de sua empresa para 2%, tornando os funcionários responsáveis pela organização. Talvez não tenha conseguido atingir todos os seus objetivos, porém, sua ousadia e liderança para romper com os padrões atuais que estão amalgamados pelo capital, o tem feito ser ouvido por uma grande multidão.

Luciano Oliveira
Curitiba, 9 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br