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segunda-feira, 19 de junho de 2017

#170 - Tipos Empreendedores

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Existem 3 tipos de personalidades empreendedoras, segundo o portal da Empresa Autogerenciável:
  

Tipo 1: Sobreviventes

São os que trocam o almoço pela janta. Equipes desengajadas, que trabalham muito, mas pouco produzem.

Tipo 2: Campistas

São os que atingiram um certo status, e querem mantê-lo. Numa crise, perdem o sono e a confiança fica abalada.

Tipo 3: Alpinistas

Ao chegarem em um determinado nível, já buscam novas formas de galgar a próxima etapa. Fazem isso por divertimento, e a consciência de que precisam criar uma cultura forte e identificar pessoas que deixem seu legado. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 19 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 18 de junho de 2017

#169 - Lições Empreendedoras



Ainda citando Cláudia Giudice, 3 lições de empreendedorismo:


  1. No empreendedorismo só faz sentido ser persistente se existir uma meta. E meta é sempre numérica.
  2. Criar um plano B é um comportamento empreendedor novo para alguém que sempre teve crachá. Ter consciência disso e se abrir para essa experiência é fundamental pra o propósito dar certo.
  3. Fique esperto com as armadilhas do próprio desejo. Errar faz parte, com exceção daqueles que pintam os próprios alvos.

Luciano Oliveira
Curitiba, 18 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#167 - Vida Sem Crachá



Estou lendo o livro "A Vida Sem Crachá", de Cláudia Guidice.


Cláudia foi uma executiva do Grupo Abril durante 23 anos. E um dia, inesperadamente, ela foi demitida. 

Seu livro é um compilado do blog que ela escreve, o A Vida Sem Crachá. Um livro muito fácil e gostoso de ler, com boas lições e aprendizados que ela descreve ao final de cada capítulo.

Logo no começo do livro já manda um axioma: "Chefes fazem escolhas. Se não o chamaram para escolher, é porque o escolheram. Simples assim". 

Felizmente ela tinha uma espécie de "Plano B" na manga, cuja demissão pode catalisar. Uma pousada, que lhe serviu como terapia e fonte de renda. Ela está feliz, mas teve de reprogramar seu mindset, e isto lhe custou um empenho emocional considerável.

Uma vida simples foi uma das lições mais importantes, julgo eu, que deixou no livro. Descreve alguns de seus novos comportamentos:
  • Restaurantes caros. A diversão agora é procurar lugares baratos e legais com comida sensacional. Ou cozinhar em casa para os amigos.
  • Roupas e acessórios novos e desnecessários. Fiz uma vistoria nos meus armários, e tenho figurino para três encarnações. Hoje posso repetir roupas com mais frequência.
  • Sem pacotes premiuns de canais que falam só japonês na TV a Cabo.
  • Simplificar a vida, com um celular bom e funcional.
  • Otimizar as assinaturas de jornais e revistas, com apenas 1,99.
  • Explorar mais a disponibilidade de transportes coletivos. (ela escreve isso antes da popularização do Uber).
  • Abrir mão do carro. 
 Ainda não terminei o livro, porém suas histórias têm sido de grande inspiração. Praticar o desapego do status atual, e aliar isso ao empreendedorismo, pode ser uma grande fonte de alegria e prazer.

Luciano Oliveira
Curitiba, 16 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 17 de junho de 2017

#163 - A Nova Economia



Realidades sobre a Nova Economia:

  • A Amazon se tornou a maior vendedora de livros do mundo, mesmo sem possuir uma única loja física.
  • A Apple é a maior varejista de música, apesar de não vender CDs.
  • A Pixar ganhou onze Oscars nos últimos 10 anos, sem que haja um único ator humano em qualquer um de seus filmes.
  • A Netflix reinventou o aluguel de vídeos, apesar de não possuir nem uma única loja física.
  • O Skype é a maior operadora de telecomunicações em todo o mundo, ainda que não possua nenhuma infraestrutura de rede.
  • A Starbucks é a maior rede de cafeterias do mundo para vender produtos de café padronizados a preços mais elevados.
  • O Uber é o maior frotista do mundo, sem possuir um único veículo. Além disso, possui maior valor de mercado que a GM.
  • A Airbnb não possui uma propriedade sequer, e é a maior companhia de hospedagem do mundo, ultrapassando as mais tradicionais




Luciano Oliveira
Curitiba, 12 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#162 - Paranoia



Adaptado do livro "O Navegador de Modelos de Negócios", Alta Books.

Seja paranoico

 As consequências  para as empresas na corrida pela inovação são drásticas. O antigo ditado do The Boston Consulting Group sobre a ordenha de suas vacas tornou-se cada vez menos relevante hoje. Mesmo que sejam bem-sucedidas no momento, é importante que as empresas testem regularmente seu modelo de negócio. Um pouco de paranoia não faz mal nenhum e, como disse Steve Jobs, é crucial questionar os pilares do sucesso de hoje e preparar-se mentalmente para a morte de sua empresa, mesmo que ela esteja muito bem agora. Vivemos em uma era de vantagem competitiva temporal: o sucesso só pode ser mantido se suas raízes forem continuamente reexaminadas e nutridas. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 15 de junho de 2017

#161 - Resiliência


Adaptado do livro "Sprint", de Jake Knapp.

Em uma noite de agosto de 1996, um editor chamado Nigel Newton deixou seu escritório no distrito do Soho, em Londres, a foi para casa com um pilha de papel. 

No meio da pilha estavam cinquenta páginas de um livro que ele precisava avaliar, mas Newton não tinha grandes expectativas para ele. O manuscrito já havia sido rejeitado por oito editoras. Newton não leu as páginas naquela noite. Em vez disso, ele as entregou à filha de oito anos, Alice. 

Alice leu. Cerca de uma hora depois, a menina voltou do quarto, o rosto brilhando de animação. "Papai", disse ela, "isso é muito melhor do que qualquer outra coisa." 

Ela não parava de falar sobre o livro. Queria terminar de lê-lo e não deu sossego ao pai - durante meses -, até ele conseguir o restante. 

No fim, incentivado pela insistência da filha, Newton fechou um contrato modesto com a autora e imprimiu quinhentos exemplares. O livro, que por pouco não chegou ao público, era Harry Potter e a Pedra Filosofal.



Luciano Oliveira
Curitiba, 10 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 27 de maio de 2017

#147 - Dores



A principal lição para quem quer empreender, mas ainda não sabe o que fazer é:

"Procure resolver uma DOR que as pessoas têm."

Um negócio somente poderá ser bem-sucedido se aliviar a dor de alguém. A dor é um eficaz motivador de movimento humano. E movimento gera riqueza. 


 

Luciano Oliveira
Curitiba, 27 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 17 de maio de 2017

#137 - Restrições



A Teoria das Restrições é uma ferramenta que pode auxiliar a identificação de gargalos no processo, e criar formas de aumentar a eficiência.

De acordo com recente artigo da Endeavor Brasil, mais de 50% do tempo de um vendedor pode estar sendo gasto com atividades não diretamente relacionadas a vendas. 

Eles sugerem analisar todo o processo. Gargalos podem vir do mercado ou do processo interno. 

A teoria sugere 5 passos para a eliminação das restrições:
  1. Identificação
  2. Decisão sobre como explorar a restrição
  3. Subordinar o resto do processo a decisão de eliminação da restrição
  4. Elevar a restrição
  5. Se a restrição foi quebrada, retornar ao primeiro passo e analisar se há outro tipo de restrição

Luciano Oliveira
Curitiba, 17 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 8 de maio de 2017

#128 - Anti-heróis



Precisamos de menos heróis nas organizações.

Se para as coisas fucionarem bem é necessário aquele indivíduo que é "o cara", há na organização uma estrutura frágil e vulnerável.

Todos gostam de ser o herói em algum momento, mas é muito mais importante que os processos estejam bem definidos, haja uma boa dose de previsibilidade e transparência nas comunicações.

O maior legado que um gestor pode deixar é um ambiente organizado, seguro e preparado para mudanças, e não criar uma total dependência de si mesmo.


Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 1 de maio de 2017

#121 - Paradigma


Stephne Covey e Jennifer Colosimo escrevem no livro "Grande Trabalho, Grande Carreira" sobre os paradigmas do Caçador de Emprego X Colaborador:

O Caçador de Emprego: 
  • Se vende como um produto. 
  • Seu discurso é "Porque eu preciso de um emprego, você faria o favor de me contratar?"
  • Sua oferta é "Aqui está o meu currículo".

O Colaborador
  • Se vende como um solução.
  • Seu discurso é "Porque você tem uma necessidade significativa, quero oferecer pontos fortes que se adéquem a essa necessidade".
  • Sua oferta é "Aqui está minha proposta para ajudá-lo".

Há diferenças significativas entre empurrar um produto e oferecer uma solução. Portanto, o desafio de cada indivíduo em sua carreira é como passar de produto a solução, oferecendo mais que o preenchimento de uma vacância. O postura de cada um precisa ir além de assumir apenas a matrícula em um crachá.

Luciano Oliveira
Curitiba, 1 de maior de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 30 de abril de 2017

#120 - Contribuição



Mário Sérgio Cortella é professor, filósofo e um prolífico escritor. Dentre seus best-sellers escreveu "Qual é a Tua Obra?". 

A mesma inquietude deve incomodar a cabeça das pessoas hoje, principalmente aquelas que ainda estão incertas acerta de seu propósito de vida. 

O propósito tem tudo a ver com a contribuição que você dará nesta vida. Portanto, é fundamental ter ao menos uma vaga ideia do que irá oferecer. Do contrário, o indivíduo tem grande chances de ser um problema para seu empregador. 

Stephen Covey diz que encontrar sua paixão fará você trabalhar como um voluntário. Um voluntário não pode ser demitido. Para salvar seu emprego ou carreira, ele sugere: 

  • Primeira, torne-se um voluntário e não um empregado.
  • Segundo, torne-se uma solução e não um problema.


Luciano Oliveira
Curitiba, 30 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 28 de abril de 2017

#118 - Money


A seção de Economia da UOL adaptou um artigo da Business Insider, que no jargão popular "joga para a torcida". 

Ser rico é algo desejado pela maioria. Afinal, todo mundo tem um plano para os milhões que viesse a ganhar na Loteria, mesmo nunca tendo jogado. O dinheiro em abundância mexe com a imaginação.

O artigo destaca 10 comportamentos que afastam a possibilidade de angariar uma grande bolada.

  1. Trabalhar duro, mas de maneira não inteligente. Tanto quanto trabalhar muito, saber investir é fazer o dinheiro gerar mais dinheiro.
  2. Pensar apenas em economizar, ao invés de ganhar mais. Concentrar em aumentar a renda é mais eficaz que reduzir os gastos.
  3. Ganhar mais do que gasta é um óbvio comportamento destrutivo. Num país com os juros mais altos do mundo como o Brasil, ser devedor é um péssimo negócio.
  4. Contentar-se com um salário estável. Pessoas ricas preferem receber pelos resultados que geram, ao invés de apenas serem compensados pelas horas trabalhadas. 
  5. Investimento tardio. Quem demora muito para investir perde o maior dos benefícos: a mágica dos juros compostos. Em média, milionários investem 20% do que ganham.
  6. Perseguir o sonho de outra pessoa, e não o seu. 
  7. Raramente sair da zona de conforto. Quem for acomodado nunca terá mais. Pessoas ricas enfrentam as incertezas, medos e correm riscos. 
  8. Não ter metas para seu dinheiro. 
  9. Gastar antes e poupar o que sobrar.
  10. Achar que ficar rico não é um plano para si mesmo, e que isto é coisa de sortudos. 
Apesar do assunto em questão poder diferir um pouco do tema deste blog, as recomendações acima tocam numa questão muito importante: a mudança de postura em relação à vida. E isto tem muita relevância.

Luciano Oliveira
Curitiba, 28 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 14 de abril de 2017

#104 - Indicadores


Indicadores balizam o bom andamento das atividades. São como checkpoints. 

A Endeavor publicou os indicadores que avaliam o desempenho dos negócios:

  • Indicadores de produtividade: ligados aos recursos de empresa e sua relação com as entregas
  • Indicadores de qualidade: demonstram desvios e e não-conformidades com o processo produtivo.
  • Indicadores de capacidade: mostram a capacidade do processo.
  • Indicadores estratégicos: orientam a empresa em relação aos seus objetivos. 

Existem 5 indicadores utilizados pelas empresas de sucesso:
  • Indicadores de lucratividade: indica o resultado financeiro líquido da operação.
  • Ticket médio: ajuda a entender a dinâmica de vendas por três óticas: o cliente, a venda e o vendedor. 
  •  Nível de serviço em entregas: ajuda a entender se a cadeia de suprimentos funciona de forma eficiente. 
  • Taxa de sucesso em vendas: é a conversão dos esforços de prospecção em receita.
  • Índice de turnover: mede a quantidade de funcionários que entram e saem da empresa. Um alto turnover pode ser um indício de problemas com a liderança.


Luciano Oliveira
Curitiba, 14 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 8 de abril de 2017

#98 - Ideias


A Endeavor publicou um artigo sobre 10 ferramentas para validar e executar novas ideias.
  1. Funil de ideias
  2. Scamper
  3. Mapa mental
  4. Análise 360
  5. Mapa de empatia
  6. Job to be done
  7. Canvas Business Model
  8. Plano de negócios em pirâmide
  9. Design de produtos, por Steve Jobs
  10. Name definition
Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de abril de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 17 de março de 2017

#76 - Funcionários-polvo



Matéria publicada na BBC Brasil alerta sobre um efeito pouco conhecido do desemprego: a criação de funcionários-polvo.

A baixa de alguns funcionários sobrecarrega os que permanecem, acumulando múltiplas funções. Isto é agravado pelo medo da demissão, às vezes utilizada de forma maquiavélica por chefes despreparados. 

Os funcionários que assumem estes papéis são normalmente os mais versáteis, e num primeiro momento se sentem orgulhosos por terem permanecido. Nota-se um aumento da produtividade, pois os menos produtivos foram demitidos, mas o pico da curva é limitado exatamente no momento em que os funcionários se cansam. As pessoas não conseguem dar 100% de si o tempo todo. 

A partir do momento onde os funcionários-polvo são levados ao limite, começa uma baixa na produtividade. As serviços são entregues com má qualidade, desmotivando o funcionário que vê tanto trabalho dar em nada. Isto pode desencadear um círculo vicioso, onde mais trabalho implica numa piora na qualidade, demandando retrabalho. O ambiente torna-se cada mais cinzento, diminuindo ainda mais a motivação, realimentando o ciclo.

Como interromper este ciclo?

Quebrar este círculo vicioso não é fácil. Exigirá maturidade da gestão, reconhecendo a incapacidade de continuar desta forma. Envolver os funcionários numa solução comum, pedindo sugestões, pode ser uma boa estratégia. Se sentirão comprometidos para que aquilo funcione. 

Eliminar os desperdícios é vital. Falei em outro post sobre os 8 tipos de desperdícios, segundo a metodologia Lean.

Por último, talvez seja necessário um downsizing, revisando as metas e selecionando os clientes mais rentáveis. Isto irá diminuir o faturamento, mas preservar os lucros e garantir o funcionamento da empresa. Os clientes que restarem serão melhor atendidos, e a satisfação no trabalho aos poucos vai retornando.


Luciano Oliveira
Curitiba, 17 de março de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 4 de fevereiro de 2017

#35 - Aprendizagem


4 estilos de aprendizagem, de acordo com o livro "Técnicas Eficazes para Apresentações de Sucesso - Andrew Bradbury".


  • A Tartaruga: que gosta de uma forte base teórica.
  • O Filósofo: que aprende a partir de evidências práticas.
  • A Lebre: que prefere aprender com a experiência prática.
  • O Empreendedor: que não está interessado em nada, a não ser em fatos crus.


A Tartaruga

  • Estilo pessoal: Tem discurso lento mas interessante. Tem ritmo lento mas não compreensão lenta. Evita o contato visual, raramente fala voluntariamente. Tenta encaixar todas as informações novas em uma base de conhecimento existentes. 
  • Lema: Hoje é meramente a continuação de ontem.
  • Para criar confiança: Fale bem lentamente. Não tente fazer contato visual. Sorria bastante - mas procure ser sincero.
  • Estilo de apresentação: Estrutura clara, lógica. Fragmentada, baseada em princípios básicos. Afirmações de apoio com exemplos e evidências típicas. 


O Filósofo

  • Estilo pessoal: Tem discurso lento com pouca variação de tom de voz ou expressão facial. Evita o contato visual. Tem postura rígida. Tem pouca probabilidade de falar, mesmo para fazer uma pergunta de esclarecimento.
  • Lema: O mundo seria um lugar muito melhor se não fossem as pessoas.
  • Para criar confiança: Fale bem lentamente. Evite fazer contato visual, gesticulando ou falando com animação. Mostre respeito pelos altos padrões.
  • Estilo de apresentação: Fragmentada, usando fatos bem pesquisados, precisos. Muitos exemplos e evidências típicas. Demonstrações sempre que possível (e adequado).

A Lebre

  • Estilo pessoal: A fala é rápida e forçada, mas cuidadosamente controlada (pode ser monótona). Pode parecer ruidoso e abrupto, até mesmo agressivo. Mantém contato visual prolongado. Postura formal, contida.
  • Lema: Qualquer um que ainda trabalhe aos 40 anos é um fracasso.
  • Para criar confiança: Fale bem rapidamente, usando uma linguagem direta, descomplicada. Mantenha um contato visual constante. A todo custo evite conversa fiada.
  • Estilo de apresentação: Seja breve e sucinto. Sintetize - dê uma visão geral e alguns fatos bem escolhidos. Fundamente as declarações com fatos, dados e estatísticas.

 

O Empreendedor

  • Estilo pessoal: Pode se tornar obcecado pelo Quadro Geral. É direto, até mesmo forçado, mas não agressivo. Apresenta postura entusiástica e amistosa e em relação à vida e às pessoas.
  • Lema: Se funciona, é bom. Se não, siga em frente.
  • Para criar confiança: Fale rapidamente, usando uma linguagem animada e contando casos. Varie seu tom de voz e adote uma atitude otimista. Seja dinâmico e entusiasmado. Trate sempre o empreendedor pelo nome.
  • Estilo de apresentação: Sintetize e evite todos os detalhes desnecessários. Tente encontrar algo incomum em relação ao assunto. Apresente-se de um modo entusiasmado e animado. Ilustre seus pontos de vista com exemplos e histórias.

 

Luciano Oliveira
Curitiba, 4 de fevereiro de 2017.

domingo, 15 de janeiro de 2017

#15 - Problema


Roberto Shinyashiki, conhecido palestrante nacional, escreveu um livro chamado "Problemas? Oba!". 

Neste livro ele demonstra o método OBA, a fim de aproveitar as oportunidades que cada problema traz. Neste método ele formula as seguintes perguntas para a elaboração de um bom negócio a partir de um problema: 

-> Pergunta 1: Meu cliente potencial tem algum tipo de dor, urgência ou paixão irracional decorrentes de seu problema?

-> Pergunta 2: Meu cliente potencial está procurando ativamente soluções para o seu problema, e gastando dinheiro com isso? 

-> Pergunta 3: Existe espaço para um novo produto neste mercado? 

-> Pergunta 4: O número de clientes é alto o suficiente? 

-> Pergunta 5: Tenho a Solução-Ouro para este problema? 

Ao responder Sim para estas perguntas, há uma grande possibilidade de que uma boa oportunidade esconde-se por trás de um problema.


Luciano Oliveira
Curitiba, 15 de janeiro de 2017.