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domingo, 30 de julho de 2017

#190 - Go!



"Há dois erros que alguém pode cometer no caminho para a verdade. Não completar o caminho e não começar."
- Siddhartha Gautama -

Luciano Oliveira
Curitiba, 9 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#189 - Segurança



"O dia das bruxas não é seguro. Algo ruim pode acontecer. Na verdade, mais cedo ou mais tarde, vai acontecer.
Lançar não é seguro. Nós dois sabemos de uma dezena, uma centena ou milhares de maneiras de uma pessoas zangada causar estragos.
Vender não é seguro. Você pode ser (e de fato será) rejeitado.
Jogar golfe não é seguro. Meu avô morreu jogando golfe.
Verbalizar não é seguro. As pessoas podem se ofender.
A inovação não é segura. Você fracassará. Feio, talvez.
Agora que passamos por isso, o que você vai fazer? Esconder-se? Encolher-se num canto e dar o máximo para se adequar?
Isso também não é seguro.
É melhor fazer algo que importe."

- Seth Godin - 

Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#188 - Iniciativa


"Somos treinados a nos adequar, não a nos destacar, e a maneira mais fácil de nos adequarmos é nunca iniciar. Não verbalize. Se vir algo, não diga nada. Na verdade, passamos a maior parte dos nossos dias esperando permissão para começar."
- Seth Godin - 


Luciano Oliveira
Curitiba, 7 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#187 - Seth Godin



Seth Godin é um empreendedor do marketing digital, expoente da Nova Economia. Em seu livro "Quebre as Regras e Reinvente", ele faz uma pergunta crucial para o novo perfil de profissional:

"Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?"

Dentre seus inúmeros insights, ele diz: 

"A iniciativa é a base da nova economia conectada. Não são mais o dinheiro, acesso nem o poder organizacional."

"O desafio não é aperfeiçoar sua capacidade de saber quando começar e quando esperar. O desafio é criar o hábito de começar."

"A natureza humana diz que precisamos de um mapa. Se você tiver coragem suficiente para desenhar um, as pessoas o seguirão."

"Agora é melhor do que daqui a pouco."

"Rejeite a tirania de ser escolhido. Escolha você mesmo."

"A maioria dos funcionários pode lhe dar uma longa lista de coisas que não são autorizados a fazer. Listas de coisas proibidas existem em escolas, em relacionamentos, em empregos. O parque perto de minha casa não permite a entrada de cães, não-residentes ou festas de aniversários. É interessante que a lista de coisas permitidas seja mais difícil de lembrar e escrever. Acho que temos medo de toda a liberdade que temos e do que se espera que façamos com essa liberdade."

"A curiosidade não é alérgica a falhas. Ela nos leva à casa mal-assombrada, porque a excitação está no inesperado, no que não é seguro."

"Se não há uma resposta certa clara, talvez você tenha de fazer algo novo. Algo novo é, muitas vezes, o caminho certo quando o mundo é complicado."

Citando Richard Feynman, que diz: "Eu não sei qual é o problema com as pessoas: elas não aprendem pelo entendimento, mas de outro jeito - pelo hábito ou algo assim. Seu conhecimento é tão frágil."

"A mudança é algo poderoso, mas sempre vem com o fracasso como companheiro. "Pode ser que isso não funcione" não é somente algo a ser tolerado, é também algo que você deve buscar.

"Simplesmente começar sem terminar é só alardear, parar, ou seja, uma perda de tempo."

"Em todos os empregos de que gostei, encontrei uma cultura em que a chama da iniciativa era valorizada. Infelizmente, muitos lugares estão parados na cultura da repetição."

"Não estou encorajando-o a ser audacioso e correto. Não estou encorajando-o a achar maneiras de sempre iniciar ideias inteligentes, comprovadas e lucrativas. Estou simplesmente encorajando-o a iniciar. Frequentemente. Para sempre. Seja aquele que inicia as coisas."


Luciano Oliveira
Curitiba, 6 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 25 de julho de 2017

#184 - Equipes, por Washington Olivetto


Conselhos do publicitário Washington Olivetto para gestão de equipes:

1. É muito melhor ser co-autor de muitas coisas bacanas, que um autor solitária de uma coisa medíocre. Uma das grandes pragas de uma empresa é a competição interna.

2. Ser corajoso é muito importante, desde que não seja inconsequente com os riscos. A aventura pode ser louca desde que o aventureiro seja lúcido. 

3. A empresa precisa ter altos índices de felicidade per capita. 

4. Como diretor, ele precisa ter a capacidade de julgar o trabalho de sua equipe. Se estiver bom, não dar palpite nenhum.

5. De vez em quando, ele tem de fazer uma mágica. Uma campanha espetacular, só ele, para que seus subordinados olhem e digam: "Puxa, eu trabalho com este cara."



Luciano Oliveira
Curitiba, 3 de julho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 26 de junho de 2017

#176 - Hábitos Vencedores



Adaptado do site Inc.com, "Como Pessoas Bem-Sucedidas Aproveitam Seus Verões".

1. Se tornam seus próprios chefes, com suas agendas e seus prazos

2. Colocam um prazo para sair da zona de conforto


3. Fazem uma lista das coisas as quais não se sentem satisfeitos com a presente situação

4.  Param de fazer as mesmas coisas inúteis repetidamente

5. Eles colocam vários "pequenos-alvos"

6. Eles desentoxicam regularmente

7. Pressionam a si mesmos para concluir qualquer os projetos pendentes



Luciano Oliveira
Curitiba, 25 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quarta-feira, 21 de junho de 2017

#172 - Preguiça Inteligente

http://veja.abril.com.br/galeria-fotos/estados-unidos-1994-fotos-do-acervo-da-editora-abril/

"A eficiência é a preguiça inteligente."

A preguiça inteligente é uma forma de ensinar pessoas a focar no que importa, a fazer mais com menos esforço, a economizar energia, a ser sustentável. 

Walter Chrysler, fundador da montadora de automóveis Chrysler Corporation, escolhia o funcionário de braço curto para fazer os serviços mais difíceis. Ele dizia que "o preguiçoso sempre acha um jeito mais fácil de resolver os problemas.".


Luciano Oliveira
Curitiba, 21 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 18 de junho de 2017

#169 - Lições Empreendedoras



Ainda citando Cláudia Giudice, 3 lições de empreendedorismo:


  1. No empreendedorismo só faz sentido ser persistente se existir uma meta. E meta é sempre numérica.
  2. Criar um plano B é um comportamento empreendedor novo para alguém que sempre teve crachá. Ter consciência disso e se abrir para essa experiência é fundamental pra o propósito dar certo.
  3. Fique esperto com as armadilhas do próprio desejo. Errar faz parte, com exceção daqueles que pintam os próprios alvos.

Luciano Oliveira
Curitiba, 18 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#168 - Pintando Alvos


Extraído e adaptado do livro "A Vida Sem Crachá", de Cláudia Giudice.

Era uma vez um arqueiro, bicho do mato, famoso por atirar suas flechas sempre no centro do alvo. Quem passava por onde ele morava tinha pavor, afinal o cara era craque na pontaria. Um guerreiro, curioso e destemido, soube do feito e decidiu encará-lo para conhecer o segredo de tamanha mira. Como era possível alguém ter um índice tão grande de acertos?

Lá se foi o guerreiro para a floresta falar com o arqueiro solitário, que ao contrário da lenda, o recebeu muito bem. Tratava-se de um louco manso. 

- Você pode me explicar como consegue acertar sempre no centro do alvo das árvores dessa floresta? - perguntou o bravo lutador.

- Claro - respondeu o doidinho. - Me acompanhe!

Com habilidade, ele sacou uma flecha e, zás, atirou em uma árvore a cem metros de distância. Foi para casa e trouxe um balde de tinta. Pacientemente pintou um lindo alvo ao redor da flecha. Quando acabou, perguntou rindo:

- Quer atirar também?

Muita gente acaba pintando alvos em sua vida, contentando-se com resultados pífios pelo medo de fracassar. Acomodam-se com os pequenos lucros já obtidos, sem vontade de puxar mais a corda. 

"Quem se afasta do fracasso se afasta do sucesso."


Luciano Oliveira
Curitiba, 17 de junho de 2017
lramosoliveira

sábado, 17 de junho de 2017

164 - Revisitando Modelos de Negócios



Adaptado do livro "O Navegador de Modelos de Negócios", Alta Books.

Revisitando os modelos de negócios

O atual modelo de negócios de uma empresa se torna tangível quando descrito em 4 dimensões - o cliente (quem?), a proposta de valor (o quê?), a cadeia de valor (como?), e o mecanismo de lucro (por quê?). 

Um modelo de negócios fornece uma imagem holística de como uma empresa cria e captura valor definido. Inovar significa modificar ao menos 2 das 4 dimensões explicitadas acima

Um dos principais desafios da inovação do modelo de negócio é superar a lógica dominante da empresa e de sua área de atuação. 

Empresas que outrora eram bem-sucedidas em suas áreas de atuação (Kodak, Agfa, AEG, Nokia), não conseguiram ajustar seus modelos de negócio ao ambiente em mudança a ser redor. 

Pesquisas empíricas demonstram inequivocamente que a inovação do modelo de negócio carrega um maior potencial para o sucesso do que a mera inovação de produtos ou de processos. Um estudo do Boston Consulting Group mostrou que, durante um período de cinco anos, os modelos de negócios inovadores foram 6% mais rentáveis do que seus contemporâneos que estavam criando novos produtos e processos. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 13 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#162 - Paranoia



Adaptado do livro "O Navegador de Modelos de Negócios", Alta Books.

Seja paranoico

 As consequências  para as empresas na corrida pela inovação são drásticas. O antigo ditado do The Boston Consulting Group sobre a ordenha de suas vacas tornou-se cada vez menos relevante hoje. Mesmo que sejam bem-sucedidas no momento, é importante que as empresas testem regularmente seu modelo de negócio. Um pouco de paranoia não faz mal nenhum e, como disse Steve Jobs, é crucial questionar os pilares do sucesso de hoje e preparar-se mentalmente para a morte de sua empresa, mesmo que ela esteja muito bem agora. Vivemos em uma era de vantagem competitiva temporal: o sucesso só pode ser mantido se suas raízes forem continuamente reexaminadas e nutridas. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

quinta-feira, 8 de junho de 2017

#159 - Inovação



Estamos no início do século XX. Você está bebendo uma boa xícara de café quentinho. Só que... não está tão boa assim. O pó do café fica grudado nos dentes, e o líquido é tão amargo que você contrai os lábios. Se não fosse pela cafeína, você não iria beber aquilo. Naquela época o café era preparado como o chá - mergulhando um saco de grãos moídos em água fervente. Era fácil errar a mão. 

Em 1908, uma alemã chamada Melitta Bentz cansou de tomar café amargo e cheio de pó. Convencida de que haveria uma forma melhor de preparar, ela começou a procurar melhor, em busca de ideias. Então, deparou-se com o papel mata-borrão no caderno de seu filho, que era feito para remover o excesso de tinta. Era grosso e absorvente e descartável. 

Arrancou uma folha de papel. Fez buracos com pregos em uma panela, a colocou sobre uma xícara, inseriu o papel, encheu com pó e derramou água quente. O resultado foi uma bebida suave e sem pó. Bentz tinha inventado o coador de papel. 

Todos queremos um flash de inspiração capaz de mudar o mundo - e impressionar nossos colegas. Queremos criar algo completamente novo. Mas ideias incríveis não surgem assim. A lição acima é que uma grande inovação é construída a partir de ideias já existentes, ressignificadas por uma visão.

- adaptado de "Sprint", de Jake Knapp


Luciano Oliveira
Curitiba, 8 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

#158 - Crítica




"Prefiro ser músico do que crítico de música.
Cineasta a crítico de cinema.
Chefe de cozinha a crítico de gastronomia.
Prefiro ser construtor de igreja que um crítico de igreja.
Prefiro ser o tipo de gente que gastou a vida se envolvendo e não criticando."

- Brian Houston - Pastor Sênior na Hillsong Church -



Luciano Oliveira
Curitiba, 7 de junto de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 6 de junho de 2017

#157 - Shut up


Ernesto Sirolli aponta que "a melhor forma de ajudar alguém é calar a boca e ouvir."


Luciano Oliveira
Curitiba, 6 de junho de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

segunda-feira, 5 de junho de 2017

#155 - Líderes que inspiram


Segundo Simon Sinek, os maiores líderes e as maiores companhias são aqueles que constantemente refletem nas razões e motivações em porquê fazem o que fazem, ao invés de simplesmente continuar fazendo. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 4 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 27 de maio de 2017

#147 - Dores



A principal lição para quem quer empreender, mas ainda não sabe o que fazer é:

"Procure resolver uma DOR que as pessoas têm."

Um negócio somente poderá ser bem-sucedido se aliviar a dor de alguém. A dor é um eficaz motivador de movimento humano. E movimento gera riqueza. 


 

Luciano Oliveira
Curitiba, 27 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

domingo, 7 de maio de 2017

#127 - Sortudos


A revista Fast Company publicou o que seriam os hábitos de pessoas "sortudas". Este artigo foi baseado em estudos de Stephen Simpson, inglês que escreveu "Tenha Sorte Agora: Os 7 Segredos de Pessoas de Sucesso". 

Aqui vão seus conselhos.

1. Trabalhe para desenvolver a sua intuição 

Segundo Robert Graves, a "intuição é a lógica suprema que corta todos os processos repetitivos de pensamento, e conecta diretamente o problema com sua solução".

2. Define metas que você possa controlar

Coloque objetivos que são 100% dependentes de você. Isto irá trazer resultados mais seguros, e evitar a ansiedade.

3. Expanda seus círculos

O aumento da sorte é uma relação direta com a quantidade de pessoas que você está conectada. Muitas vezes será necessário quebrar a rotina, conhecer novas mentes e se abrir a novos ares. 

4. Esteja aberto a novas ideias

Pessoas de sorte se permitem a certas distrações que são interessantes e excitantes. 

5. Coloque sua mente neste jogo

Visualizar antecipadamente o sucesso é uma forma de obtê-lo. Desenvolver pequenos mantras irão ajudá-lo na caminhada. 

6. Transforme negativos em positivos

Não importa o quão bem-sucedido alguém pode ser, terá sempre de lidar com a adversidade. Ao invés de ruminar a má-sorte, olhe pelo lado bom e siga em frente. 


Luciano Oliveira
Curitiba, 7 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sexta-feira, 5 de maio de 2017

#125 - Era do Conhecimento



As Eras do Trabalho

A Era Industrial foi um período onde as pessoas consideravam o trabalho como um sobrevivência. Ela iniciou com a Revolução Industrial, e durou até o advento e popularização da Internet.

A Era da Informação tem durado poucas décadas, e é caracterizada pela popularização em massa da informação. Como a qualidade de vida das pessoas melhorou muito com a Era Industrial, na Era da Informação as pessoas começam a buscar mais significado no trabalho. Espera-se que a empresa seja fonte de felicidade e satisfação.

A Era do Conhecimento tem se iniciado a fim de organizar a grande nuvem de informação disponível, na tentativa de dar utilidade prática. Os profissionais desta era serão aqueles que trazem soluções para a sociedade. Já não serão mais parte do problema, mas da solução. Por isso, irão encontrar recompensa financeira e satisfação pessoal. 

Luciano Oliveira
Curitiba, 5 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

terça-feira, 2 de maio de 2017

#122 - Conselhos


Todo pai pode ser sempre um bom conselheiro.

Apesar de "ter terminado os estudos" após sua aposentadoria, meu pai sempre pode me dar bons conselhos. Reproduzo aqui aqueles que levo comigo até hoje:


1. Você tem de "partir para as cabeças"

Ao me aconselhar desta forma ele me inspirava acerca de estar entre os melhores, os tubarões. Vindo de uma família humilde, eu teria de competir com aqueles que estudaram nas melhores escolas, e puderam ter uma bagagem cultural maior que a minha. Portanto, seria necessário um esforço adicional. E apenas vislumbrando o topo é que eu poderia vencer.


2. Trabalhe nem que seja de graça

Com este conselho ele colocou em meu consciente a verdade de que o dinheiro não pode vir antes do trabalho. A partir do momento em que se mostra valor e a contribuição é que o dinheiro virá, e ele certamente virá de forma abençoada. 

Este conselho fala também de ser uma pessoa curiosa, interessada e com um espírito servil. Num momento onde livros sobre Líderes Servidores brotam em todo lugar, meu pai já sabia o quão importante e valorizado era este princípio.


3. Sobre o dinheiro, mais que saber ganhar, tem de saber gastar

Este é um conselho o qual concordo parcialmente, mas que de igual modo carrego comigo. Saber ganhar dinheiro é uma habilidade de grande importância. Trabalhar muito é bom, mas melhor ainda é trabalhar de forma eficaz, altamente produtiva e com resultados que façam a diferença.

Entretanto, ser uma pessoa responsável com os recursos é fundamental, e é nesta área que meu pai se preocupa. Fazer as contas, proteger o fluxo de caixa, não dever. Todas estas coisas têm muita importância na estabilidade da vida, e cria as bases para um dia-a-dia saudável financeiramente.


Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança.
Provérbios 11:14
"Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança." Provérbios 11:14

Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança.
Provérbios 11:14


Luciano Oliveira
Curitiba, 2 de maio de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br

sábado, 11 de março de 2017

#70 - Scientia potentia est

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d3/Albert_Einstein_Head.jpg

"A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original." - Albert Einstein

Durante vários séculos o poder foi sinônimo de terras. Mas no século XXI, mais do que nunca o mote Scientia potentia est - Conhecimento é poder, é verdadeiro e onipresente. Talvez estejamos vivendo um novo Renascimento, onde a redescoberta das ciências tem transformado mais uma vez a forma que enxergamos o mundo e as coisas.

O aprendizado constante torna-se fundamental para a vida. Um diploma universitário garantia uma vida confortável. Hoje, a todo tempo vamos criando novos caminhos e combinações. 

O que nos impede de aprender coisas novas? Posso citar o seguinte:
  • Preconceitos e pré-conceitos.
  • Falta de curiosidade. Alguém já disse que são as perguntas, e não as respostas, que movem a humanidade. 
  • Medo, e o senso de que a reputação vale mais que o conhecimento.


Luciano Oliveira
Curitiba, 11 de março de 2017
lramosoliveira@yahoo.com.br